Mais lidas do mês...

É possível treinar para ser feliz, diz professor de Harvard

O doutor em psicologia e professor israelense Tal Ben-Shahar atendeu o telefone para esta entrevista na oficina onde esperava o reparo de um pneu furado de seu carro. Foram necessárias algumas ligações até a conexão funcionar.
O combinado era falarmos sobre felicidade e comecei o papo com uma provocação: “Vamos discutir o tema justo hoje que você teve que lidar com esse tumulto logo cedo”. Aos 48 anos, Tal, como pede para ser chamado, carrega o mérito de ter dado as duas aulas mais concorridas da história da Universidade Harvard, nos Estados Unidos (onde também se formou) – ambas explicando o caminho para ser feliz.
Tirou de letra, portanto, o pneu furado, as ligações chiadas e me respondeu, tranquilo, que seus cursos não levam apenas a uma vida satisfatória, mas tornam mais resilientes os alunos que frequentam os encontros. “Para conhecer a felicidade, a tristeza também precisa ser familiar”, lembrou o professor, que desembarca este mês em São Paulo para o Global Access Through Education (G.A.T.E.), seminário internacional sobre educação.
CLAUDIA: Há uma corrente forte atualmente que defende a busca constante pela felicidade. É possível alcançar esse estado frequente de satisfação?
Tal Ben-Shahar: Vamos começar entendendo o que é felicidade. Não é estar sempre positivo, rindo. Essa é uma expectativa irreal e que acaba levando à frustração porque é inalcançável. Não há só altos em uma vida prazerosa, mas também baixos como tristeza, decepção, inveja. Costumo dizer para meus alunos que existem apenas dois tipos de pessoa que não experimentam sentimentos negativos: os psicopatas e os mortos. Portanto, é ótimo sinal não acordar sempre naquele bom humor. Além disso, felicidade não se resume a sentimentos. Inclui ainda procurar e achar um propósito em qualquer área, seja na carreira, seja nos relacionamentos amorosos ou familiares etc.
CLAUDIA: Então a chave é não procurar a felicidade o tempo todo?
Tal Ben-Shahar: Perseguir a felicidade diretamente não é saudável. O melhor é fazer essa pesquisa de forma indireta, achar as pequenas coisas que trazem júbilo. Há cinco pilares que, quando equilibrados, trazem a sensação de realização: o bem-estar espiritual, físico, intelectual, emocional e nos relacionamentos. Em vez de querer o corpo perfeito, faz mais sentido depositar a felicidade em um exercício diário que traga deleite. Ou, no campo intelectual, em aprender algo novo todo dia, ir a uma exposição de arte, ler um livro, ver um filme. Não é o dia todo de euforia, mas aquele momento de puro prazer.
CLAUDIA: As redes sociais promovem essa falsa felicidade permanente, pois ali exibimos só o que é bom e damos a entender que não há momentos ruins. Qual o dano que isso provoca?
Tal Ben-Shahar: Eu não sou contra as redes sociais, mas acredito no uso moderado. Hoje, as pessoas estão viciadas. Há dois problemas nisso. Por um lado, você se sente inadequado o tempo todo, pois os usuários da timeline possuem um lindo sorriso, viajam, têm rotina perfeita; só você está de fora, lidando com o mundo real. De outro, as redes atrapalham justamente a vida social. As pessoas raramente se encontram hoje. E ainda não entenderam que ter mil amigos no Facebook não substitui aquele melhor amigo que frequenta sua casa. Nós, humanos, precisamos do olho no olho, do contato. Estamos solitários nessa trajetória virtual.
CLAUDIA: Você defende que o stress pode ser um fator positivo. Como?
Tal Ben-Shahar: A reputação do stress é terrível, ele já foi citado até como um assassino silencioso. Mas a verdade é que, se encarado de outra maneira, é um estímulo e indica crescimento. Pense nesta metáfora: você vai à academia, faz exercícios e sente dor muscular no dia seguinte. Que bom! Sinal de que está evoluindo e o corpo respondendo. No stress psicológico é a mesma coisa. Se puder descansar entre os episódios mais pontuais, conseguir relaxar a cabeça e não enxergar aquilo como sentença de morte, não afetará sua vida. Claro que você não vai achar uma delícia se irritar, mas pode olhar com maturidade. “Poxa, estou estressado, mas tudo bem, vou lidar com esse fato e não me deixarei ser afetada a longo prazo.”
CLAUDIA: Devemos ensinar essa visão aos nossos filhos desde pequenos?
Tal Ben-Shahar: Os pais têm responsabilidade na criação, muito do jeito de encarar o mundo vem de casa. Mas a escola também precisa fazer sua parte. Defendo que os currículos contenham matérias para nos ajudar a levar uma vida mais feliz e recompensadora. Devemos ter não só matemática e redação mas também aulas de resiliência, de como criar e manter relações saudáveis.
CLAUDIA: Ter um ambiente familiar acolhedor e amável quando criança é um diferencial para um futuro feliz?
Tal Ben-Shahar: Não. É claro que é melhor ter uma infância protegida, mas não significa garantia de uma vida adulta plena. Temos mais controle sobre a nossa felicidade do que imaginamos. Isso é bom e ruim, pois podemos mudar as coisas e superar medos, mas também sentimos culpa pela responsabilidade.
CLAUDIA: Cursos e livros que ensinam a ser feliz funcionam de verdade?
Tal Ben-Shahar: Apenas se você estiver disposto a colocar as lições em prática. Felicidade exige comprometimento e ação.
Fonte: MSN Noticias

PARTIDOS POLÍTICOS DO BRASIL - NOVA IDENTIDADE (ROUPAGEM)

Por Cristiano Gonçalves
Outros partidos vão seguir a mesma linha do DEM, que mudou de nome em 2007

O desgaste dos partidos e da própria classe política - marcado nas eleições do ano passado pela rejeição do eleitorado - já estimula mudanças nas mais tradicionais e mais estruturadas siglas do País. De imediato, das 10 maiores bancadas do Congresso, ao menos cinco siglas já alteraram ou estudam alterar o nome, decisão que costuma ser anunciada como um processo de busca de conexões com as redes sociais e de renovação de estatutos e programas.


Algo que o DEM, que hoje preside tanto a Câmara quanto o Senado, fez em 2007, quando deixou de ser PFL e adotou a marca Democratas. O PSDB e MDB, as duas maiores bancadas no Senado, devem ir na mesma linha. O fenômeno, segundo especialistas, é uma tendência mundial e revela uma mudança na relação do eleitor com a política que dispensa mediadores e tem campo aberto no meio digital.
Depois de abolir "P" da sigla, o MDB estuda passar a se chamar apenas "Movimento". O PSDB encomendou pesquisa para se reposicionar a partir de junho, quando ocorrerá a convenção nacional. Principal liderança da legenda, o governador de São Paulo, João Doria, fala em transformar o partido em "digital".
Ligado à Igreja Universal, o PRB vai se transformar em Republicanos, como antecipou o Estado. A intenção da legenda é focar sua atuação no campo ideológico da centro-direita.
Originário do antigo PCB, o Partido Popular Socialista (PPS) foi rebatizado recentemente como Cidadania, e tirou o "Socialista" do nome para receber os grupos de renovação política, como Agora, Livres e Acredite. Entre os 74 partidos em formação inscritos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 20 optaram por nomes com cara de movimento: Iguais, Raiz, Tribuna Popular, Animais, Força Brasil, Liga, Arena, UDN, Unidade Popular, entre outros.
O ex-deputado Roberto Freire, fundador e líder do Cidadania, observa que a ideia de partido como configurada hoje surgiu na revolução industrial, com o Partido Social Democrata Alemão. Para ele, este conceito está com os dias contados. "O mundo exige outra forma de organização. Os partidos vão deixar de existir", disse. "A comunicação direta com o eleitor é uma nova realidade. Hoje é só pelas redes. Ninguém espera mais uma articulação partidária por células em sindicatos de base."
Outra sigla que mudou de nome foi o Partido Trabalhista Nacional (PTN), que se transformou em Podemos em maio de 2017. "Somos cidadãos do século 21, mas lidamos com instituições concebidas no século 18. O que mobiliza hoje a sociedade não é mais a ideologia de esquerda ou direita, mas as causas, que são muito dinâmicas", disse a deputada federal Renata Abreu (SP), presidente da legenda.
Sistema
Para o professor de ciência política Leonardo Avritzer, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), esta tendência indica que o sistema partidário brasileiro é pouco consolidado. "Não consigo imaginar o Partido Republicano dos Estados Unidos mudando de nome", disse.
Avritzer avalia que existe grande desconfiança em relação aos partidos. Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), em parceria com outras instituições, mostrou que, em 2018, oito em cada dez brasileiros (78%) afirmaram não ter "nenhuma confiança" nessas instituições. Uma das causas, segundo Avritzer, é a ausência de conexão com os anseios de parte da sociedade.
"A mudança (de nome dos partidos) é para se viabilizarem como estruturas que possam ser mais atrativas. Mas, provavelmente o motivo da pouca confiança não é que as pessoas não gostam do nome, e sim de determinadas de práticas", diz o cientista político.
O pesquisador vê o Brasil inserido em um movimento mundial de forte insatisfação com o sistema político tradicional. "O eleitorado esteve disposto a votar no PSL e no Novo, partidos que praticamente inexistiam em eleições anteriores", destacou. Nos casos dos partidos tradicionais, como MDB e PSDB, ele alerta que a mudança do nome significa, também, "abandonar muita coisa". "O MDB seria a própria tradição da luta pela redemocratização, e o PSDB seria abrir mão de uma série de bandeiras históricas.
Para o sociólogo Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, a ideia de tirar o termo "partido" é uma tentativa de se mostrar mais conectado com a sociedade, numa tentativa de dar ares de modernidade a uma estrutura antiquada e pouco democrática. "Os partidos estão assentados em uma burocracia do século 20 e a sociedade hoje é outra, a democracia representativa está em crise no mundo todo. As eleições de Trump nos EUA e de Bolsonaro no Brasil deram uma chacoalhada no sistema." Para ele, é fundamental que a militância participe da discussão da mudança do nome. "Não pode vir só da cúpula."
Desde a derrota de Fernando Haddad para Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial do ano passado, o PT intensificou as discussões sobre como superar o antipetismo e o desgaste da imagem do partido.
Houve até a proposta de mudança do nome - hipótese prontamente descartada. Hoje o PT debate internamente a criação de uma frente formada por partidos, movimentos sociais e "setores democráticos", como forma de fazer oposição ao governo Bolsonaro. A justificativa para a estratégia da frente é a "ausência de um deslocamento da situação política à esquerda".
MDB quer ser 'movimento"
Depois de deixar o Palácio do Planalto, sofrer forte derrota nas eleições do ano passado e perder a presidência da Câmara e do Senado, o MDB tenta se reposicionar na cena política para sair do isolamento. Dirigentes do partido querem agora construir uma agenda econômica com novas bandeiras, limpar a imagem da legenda abalada por escândalos de corrupção e influenciar no debate do Congresso, para ser uma espécie de fiel da balança em votações importantes para o governo de Jair Bolsonaro.
A estratégia para sair da "segunda divisão" e ganhar protagonismo após a crise passa por um alinhamento entre as bancadas do Senado e da Câmara e mudanças no cartório.
Uma ala do MDB quer trocar o nome do partido, desta vez para "Movimento". Por trás desse novo batismo está a ideia de que o MDB admite erros, mas não é estático e dá a volta por cima. No fim de 2017, o PMDB já havia removido o "P" da sigla, voltando a ser chamado de Movimento Democrático Brasileiro (MDB), como foi criado, em 1966, quando fazia oposição à ditadura militar.
Antes antagônicas e em disputa, as bancadas do partido na Câmara e no Senado procuram agora alinhavar táticas conjuntas para avançar algumas casas no jogo legislativo e acumular força. Um dos temas em discussão, por exemplo, é a reforma da Previdência e o outro, as mudanças tributárias.
"Temos um Everest para escalar", disse o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM). "Os governos, estrategicamente, sempre tentaram nos dividir, mas agora começamos a ter uma relação mais próxima. Estamos construindo várias pautas de políticas públicas e queremos debatê-las com o povo e com o governo."
A meta é explorar temas que têm impacto na vida da população e jogar os holofotes sobre a marca MDB. As bancadas do partido querem, por exemplo, mexer na proposta do governo Bolsonaro sobre abono salarial e propor uma nova política de salário mínimo para vigorar a partir de 2020. Uma das ideias do partido é preparar uma proposta de transição para a implantação da mudança no abono, incluídas pelo governo na reforma da Previdência, e que prevê a redução de dois para um salário mínimo a renda de acesso ao benefício.
Na avaliação do deputado Baleia Rossi (SP), líder do MDB na Câmara, o novo momento do País exige uma aliança entre todas as correntes do partido. "Não vejo sentido em ter dois MDBs diferentes", afirmou. "Precisamos superar as dificuldades e essa união ajuda a projetar nosso crescimento porque o próximo desafio é a eleição municipal de 2019." O plano do MDB é lançar candidatos próprios nas capitais e em cidades com mais de 200 mil eleitores.
Presidente do MDB paulista, Baleia Rossi disse que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, apresentada por ele, é um dos temas que podem juntar as duas bancadas no Legislativo, além das mudanças sugeridas para a aposentadoria rural e para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo.
TSE
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que o MDB ainda é o maior partido do País, com 2,3 milhões de filiados, embora tenha enfrentado um terremoto nas eleições do ano passado. Hoje, a sigla tem três governadores (Alagoas, Distrito Federal e Pará), 1.030 prefeitos, comanda um ministério no governo Bolsonaro - o da Cidadania, com Osmar Terra, e 34 deputados federais - um pouco mais da metade do que tinha antes -, mas ainda é dona da maior bancada do Senado, com 13 parlamentares.
Presidente do MDB, o ex-senador Romero Jucá (RR) não se reelegeu, assim como outros quadros históricos do partido no Senado, como Eunício Oliveira (CE), Edison Lobão (MA) e Garibaldi Alves (RN). Denunciado pela Lava Jato, Jucá atribuiu a derrota, na ocasião, ao que classificou como "linchamento" contra a classe política e à crise humanitária que atingiu Roraima, seu Estado, com intenso fluxo migratório de venezuelanos na região. Recentemente, Jucá conversou com Bolsonaro. "Mas não vamos entrar na base aliada", avisou. "O MDB quer ser independente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: MSN Notícias

A importância de uma formação sólida na carreira de coaching

Por Coaching Resende
Embaixadora da Felicidade no Brasil, Flora é a única master coach mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela Universidade da Pensilvânia, com Martin Seligman “pai da psicologia positiva”.

De acordo com um estudo realizado pela International Coach Federation (ICF), o mercado de coaching é responsável por movimentar 2,3 bilhões de dólares no mundo. Em 2016, houve no Brasil um aumento de 30% na contratação de profissionais dessa área.

Com um aumento tão grande da procura pela metodologia, diversas empresas que oferecem treinamentos de coaching surgiram, e isso pode colocar em cheque a credibilidade dessas certificações como parâmetro de qualidade.
Por isso, este artigo tem o objetivo esclarecer certos equívocos e desmistificar conceitos desacertados que envolvem o coaching.

O que é, de fato, coaching?

O coaching é um processo que aumenta os resultados de pessoas, times e empresas. Para isso, utiliza técnicas e ferramentas que são fundamentadas em estudos de diversas áreas.
As bases científicas do coaching são:
• Psicologia cognitiva e comportamental;
• Psicologia Positiva;
• Ciências Organizacionais;
• Neurociência;
• Conceitos da Filosofia, Educação e Administração.

Saiba o que não é coaching

Existe certa confusão entre o coaching e outros conceitos que buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas como a psicoterapia, autoajuda e PNL.
É importante frisar que o coaching é uma metodologia que possui começo, meio e fim, com foco sempre nas metas que os clientes (coachees) desejam atingir. Logo, coaching não é terapia, autoajuda ou Programação Neurolinguística.

Coaching e Psicoterapia

O objetivo da psicoterapia é encontrar a origem de obstáculos emocionais e resolvê-los.
Enquanto a psicoterapia lida com pessoas em um processo de recuperação de episódios traumáticos, o coaching é destinado àquelas que já têm plenas condições de atingir resultados específicos em um determinado período de tempo.
O coach não é recomendado para pessoas em fase de recuperação psíquica.

Coaching e Programação Neurolinguística

A programação Neurolinguística é um conjunto de estratégias que são utilizadas para o desenvolvimento neural com o objetivo de alterar a percepção do mundo por meio de uma variedade de técnicas. No entanto, permanece sem comprovação científica.

Coaching e autoajuda

A autoajuda é um conceito que prevê o bem-estar e a realização, assim como o coaching. Porém, os meios para atingir esses estados são completamente distintos. Na autoajuda, o indivíduo busca sozinho maneiras e caminhos para viver com mais satisfação.
No coaching, a pessoa é acompanhada por um profissional que precisa estar altamente qualificado com métodos, técnicas e ferramentas com as quais incentivará e desafiará seu cliente para que possa desenvolver as habilidades necessárias e alcançar seus objetivos.

Quais critérios esperar de instituições que oferecem formação em coaching?

A credibilidade de empresas é medida de acordo com uma lista de critérios básicos, são eles:

Metodologia

Muitas empresas criam treinamentos com técnicas sem comprovação de resultados. Uma metodologia testada e aprovada internacionalmente, que utiliza pesquisas científicas e instituições renomadas como fontes é garantia de resultados.

Fomento à pesquisa

Analisar e validar resultados e contar com um núcleo de desenvolvimento de produtos precisa ser uma premissa de instituições sérias.

Certificações

Formações certificadas por autoridades em desenvolvimento humano, assim como parcerias e validações com órgãos internacionais é um importante diferencial.

Responsabilidade social

Este último item ocupa uma ampla função em relação às organizações profissionais. Isso é demonstrada por meio da filantropia. Afinal, um dos princípios que rege o coaching é a contribuição com o desenvolvimento humano.
É indiscutível: fazer uso de uma metodologia eficaz é crucial para conquistar resultados no processo de coaching. Para isso, portanto, é fundamental que o coach tenha uma formação sólida para expandir a capacidade de ação de seus coachees de forma ética e precisa.

Fonte: BLOG Flora Vitoria

Diversidade: Mais que um simples modismo


Demorou, mas finalmente as marcas começaram a dar mais valor a esse tema, o que em muito contribui para colocarmos um ponto final em tudo que diz respeito a preconceitos.
Existem diversos tipos de diversidade, no entanto, eles não podem ser vistos apenas como modismo, ou seja, as marcas investirem em campanhas sobre o assunto apenas com o intuito de passar uma imagem de que está ‘antenada’.
Diversidade é a reunião de tudo aquilo que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si, ex.: diversidade cultural, biológica, étnica, linguística, religiosa, etc.
diversidade cultural são os múltiplos elementos que representam particularmente as diferentes culturas, como a linguagem, as tradições, a religião, os costumes, a organização familiar, a política, entre outros, que reúnem as características próprias de um grupo humano em um determinado território.
Já a biológica ou biodiversidade é a grande variedade de organismos vivos que compreende a fauna, a flora e os micro-organismos da face da Terra. A Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e o Pantanal abrigam a maior biodiversidade do nosso planeta.
Diversidade étnica é a união de vários povos numa mesma sociedade. Etnia é um grupo de indivíduos que possuem afinidades de origem, história, idioma religião e cultura, independente do país em que se encontrem.
O Brasil é um país com grande diversidade étnica, sua população é composta da miscigenação de vários povos que juntos formaram uma nova identidade cultural.
Esses exemplos são apenas alguns dos existentes, mas servem para dar uma noção do quanto somos diversos, mas principalmente, o quanto é importante respeitarmos essas diferenças.
Diversidade nas Organizações
Nos dias atuais, sem dúvida nenhuma quando o assunto é diversidade, o meio organizacional é o que mais precisa de transformações.
Aceitar a diversidade não é apenas conseguir lidar com gêneros, cores ou orientações sexuais distintas, mas principalmente respeitar ideias, culturas e histórias de vida diferentes da sua.
Se você ainda não teve essa experiência, como se comportaria em um ambiente de trabalho com pessoas com cultura, raças ou opiniões totalmente diferentes da sua? Como trataria portadores de deficiência ou ex presidiários, por exemplo?


Você sabia que a diversidade nas organizações melhora a competitividade e até a lucratividade das empresas, além de reforçar o respeito entre as diferenças?
Sabia que organizações que investem em diversidade são mais inovadoras e crescem mais rapidamente?
Números da Diversidade no Brasil
  • A ONU afirmou no ano passado que das 16,2 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza no Brasil, 70,8% são afro-brasileiras.
  • Somos o 5º país mais violento para mulheres no mundo, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada.
  • De acordo com um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.
  • A cada 23 minutos um jovem negro é assassinado. Apenas 6% dos negros têm diploma universitário.
  • A cada hora um gay é vítima de violência física no Brasil, e a cada 26 horas um gay é morto.
  • A maioria das crianças com Síndrome de Down, passa a infância isolada por não ser aceita nas escolas, jovens não conseguem empregos e idosos ficam em instituições.
Fonte:promoview

Adolescente suspeita de matar próprio filho logo após o parto é apreendida em Resende

Por Resende, eu amo, eu cuido

Bebê foi encontrado morto no dia 1º de maio, com marcas de agressão, às margens do Rio Paraíba do Sul. Polícia investiga participação de outras pessoas.

Uma adolescente suspeita de matar o próprio filho logo após o nascimento foi apreendida nesta segunda-feira (6), em Resende, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a menor, de 16 anos, contou aos agentes que fez o parto sozinha no banheiro de casa, cortou o cordão umbilical com uma tesoura e, em seguida, jogou o recém-nascido do alto da varanda do quarto. O bebê morreu por traumatismo craniano, apontou a necrópsia do Instituto Médico Legal. 

Os policiais informaram que, durante o relato, ela não apresentou sinal de descontrole emocional e nem arrependimento. De acordo com a polícia, "não foram observados mínimos indícios de estado puerperal, mas tão somente a vontade livre e consciente de eliminar a vida do nascente para ocultar uma gravidez indesejada". Ainda segundo a versão que a menor apresentou na delegacia, ela pensou que a criança estava morta. 

Testemunhas contaram aos policiais que ela vinha apresentando "comportamento estranho", e estava sumida há três meses. Que, inclusive, deixou de participar de um grupo de dança e das aulas de capoeira. 

O bebê foi encontrado morto no dia 1º de maio, com marcas de agressão, às margens do Rio Paraíba do Sul, no bairro Campos Elíseos. O recém-nascido, que nasceu de nove meses, era um menino e estava ainda com o cordão umbilical. 

O crime foi registrado na delegacia de Resende, onde a menor foi autuada por homicídio doloso qualificado. "Doloso" é quando há a intenção de matar e "qualificado" foi em razão da impossibilidade de reação da vítima. Os pais da adolescente também foram ouvidos e disseram que não sabiam da gravidez, mas os policiais ainda investigam se houve participação de outras pessoas no assassinato. Desde que foi descoberto o caso, a família da menor vem sofrendo ameaças de linchamento por moradores da cidade, disse a polícia.


Fonte: G1 

RJ lança campanha para incentivar empresas a realizar ações para populações vulneráveis

Por Compartilha Rio

O projeto está criando um fundo com o objetivo de bancar projetos, como o acolhimento de moradores de rua e a reforma de abrigos. A ideia é arrecadar R$10 milhões. 

O governo do Rio de Janeiro lançou, nesta segunda-feira (6), a campanha Todos pelo Rio de Janeiro, com o objetivo de apoiar a iniciativa privada e a sociedade civil a realizarem políticas públicas para a população vulnerável do estado. O projeto está criando um fundo, que será gerido por um braço da ONU, para ser utilizado em ações como acolhimento de população de rua e reforma de abrigos. 

“A ideia é arrecadarmos R$10 milhões que serão usados em projetos com os quais as empresas doadoras se identifiquem. Não só com doações, mas também com trabalho voluntário. Todos juntos, sociedade civil, iniciativa privada e governo. Nós podemos melhorar a situação do estado”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Fernanda Bentes. 

O programa visa atrair empresários para investimentos em projetos de ação social, com recuperação de pessoas em situação de rua, usuários de droga e jovens em situação de risco. O programa também incentivará ações voluntárias, como a recuperação de abrigos e escolas. Um exemplo é o trabalho que já vem sendo desenvolvido pala empresa Termium, que reformou a Escola Municipal Roberto Coelho, na Zona Oeste. 

O governador Wilson Witzel (PSC) destacou a importância da parceria com a iniciativa privada, já que o Estado tem um déficit de R$ 8 bilhões, dívidas a pagar e nenhum dinheiro para investir. 

“É fundamental para o futuro resgatar os jovens em situação de risco e ajudar os abrigos de idosos que estão precários. Dificilmente, diante da crise que vivemos e das dívidas que herdamos, teremos dinheiro para investir na área social. Queremos contar com a doação e o serviço voluntário de toda a sociedade “, disse o governador. 

De acordo com o vice-governador Cláudio Castro, a campanha reitera a parceria entre o poder público e os empresários. 

“Essa campanha mostra que é possível essa aproximação com os empresários, que pode formar parceria também na área social, que impacta diretamente na segurança e nos empregos formais. Temos grandes dificuldades financeiras no estado, mas com essas parcerias queremos buscar iniciativas que deem uma nova dignidade principalmente à população de rua e os desabrigados do estado”, disse Castro. 

Fonte: MSN Notícias

Kim Kardashian ganha até R$ 4 milhões por publicação no Instagram

Por Coaching Resende

A informação, sobre os ganhos da socialite, foi apurada durante a batalha judicial da celebridade contra uma marca


Kim Kardashian está processando a empresa Missguided USA, conhecida por replicar looks de celebridades a preços acessíveis, alegando que a sua marca está sendo prejudicada. A socialite está acusando a empresa por usar sua imagem para se promover como marca.

A celebridade apresentou uma ação contra a empresa, documento onde afirma que ganha entre 300 a 500 mil dólares (1,2 a 2 milhões de reais) por cada publicação patrocinada no Instagram.
No entanto, segundo TMZ, a socialite, de 38 anos, afinal ainda ganha mais, uma vez que pode arrecadar até um milhão de dólares, cerca de 4 milhões de reais, por publicação.
Kim até pode ganhar muito com as publicações patrocinadas, mas isso não significa que não seja seletiva. Nos documentos referidos, a celebridade alega ainda que rejeita com frequência ofertas, uma vez que não quer ser associada a empresas que considera serem prejudiciais para a sua própria marca. 
Fonte: Notícias ao Minuto

MP pedirá quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e Queiroz

Por Cristiano Gonçalves


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) vai pedir à Justiça a quebra dos sigilos fiscais e bancários do senador Flávio Bolsonaro e do seu ex-motorista, Fabrício Queiroz. 

A informação é da coluna do jornalista Lauro Jardim de O Globo. Desde fevereiro, as investigações estão sendo lideradas pelo  promotor Luís Otávio Lopes.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), recentemente entrou na Justiça para interromper a investigação do Ministério Público do Rio contra seu ex-assessor, alegando que o órgão acessou seus dados ilegalmente. 

Seu pedido, porém, foi indeferido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Fabrício Queiroz é investigado por uma movimentação considerada atípica em sua conta bancária, segundo identificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, período em que era assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, R$ 1,2 milhão passou pela sua conta.

Fonte: MSN Notícias