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Aos 68 anos, homem se descobre gay ao ir em praia de nudismo.




Aos 68 anos de idade, o homem chamado de Roland, segundo o Guia Gay, se assumiu gay após ir à uma praia de nudismo, na Inglaterra. A história do indivíduo é curiosa, e cheia de inéditas revelações.
Divorciado de um casamento heterossexual, e com 3 filhos, o homem teve a vida de solteiro depois de um pouco mais velho, e conheceu o mundo da “pegação”, aleatoriamente. Depois disso, se aventurou em novas emoções.
Relembrando o momento que se reconheceu homossexual, ele conta que foi logo após chegar na praia de nudismo. “Fui direto da praia de nudismo, nu”, relatou Roland, que no local, transou com inúmeras pessoas.
Após isso, ele ainda viveu um romance com o seu amigo, chamado de Luc. “Quando ele começou a vestir camisas rosa e camisetas curtas, foi uma mudança engraçada. Havia um lado um pouco ingênuo e comovente em sua maneira de descobrir este mundo com admiração”, contou o ex-namorado de Roland.
Hoje bem resolvido com a sua vida pessoal, se tornou um grande defensou da comunidade LGBTQIA+, e afirma com todas letras que sente orgulho do que é. “Sou como sou e tenho orgulho disso. Se as pessoas não aceitam, isso é problemas delas, não meu”, concluiu.

28 de junho – Dia do Orgulho LGBTI.




28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), data celebrada e lembrada mundialmente, que marca um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.
O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano.
Infelizmente, a perseguição, discriminação e as violências contra pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero – real ou percebida – não acabou. No relatório “Making love a crime”, a Anistia Internacional mostra que em 38 países da África, a homossexualidade é criminalizada por lei, e ao longo da última década houve diversas tentativas de tornar estas leis ainda mais severas.
Ativistas pelos direitos LGBTI em Uganda ainda estão lutando contra a tentativa de aprovação da chamada “Lei Anti-Homossexualidade”, que propõe até mesmo a pena de morte para o crime de “homossexualidade agravada”, e que criminaliza qualquer um que não denuncie pessoas “envolvidas na homossexualidade”. Propostas similares foram aprovadas em países como o Sudão do Sul, Burundi, Nigéria, Libéria, Mauritânia e Somália nos últimos anos.
Recentemente, a Câmara Baixa do Parlamento russo aprovou um projeto de lei que torna ilegal o ativismo de lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans, intersex e de seus simpatizantes. “Em algumas horas, a Duma aprovou duas leis que são um testemunho da crescente limitação da liberdade de expressão na Rússia. Representam uma lamentável tentativa do governo de reforçar sua popularidade jogando com os elementos mais reacionários da sociedade russa à custa de direitos fundamentais e da expressão da identidade pessoal”, disse John Dalhuisen, diretor do Programa da Anistia Internacional para a Europa e Ásia Central.

Árbitro gay: Marido de prefeito paulista, Max Sousa, treina para entrar na escola de árbitros na FPF.

Mister Paraíba, Estudante de Educação Física e casado com o prefeito de Lins (SP), Edgar de Souza, Max vê uma nova oportunidade de profissão, além de atuar como modelo.




A presença de homossexuais assumidos apitando jogos de futebol já acontece há muitas décadas e os relatos de preconceito contra esses profissionais não é mais empecilho para Max Souza seguir um sonho antigo: entrar para escola de árbitros na Federação Paulista de Futebol. “Eu já deixei de correr atrás de mais informações sobre como fazer o curso porque ficava abalado com alguns comentários sobre árbitros gays, mas isso já não me atinge mais”, declarou.


Estudante de Educação Física e casado com o prefeito de Lins (SP), Edgar de Souza, o primeiro prefeito assumidamente homossexual do Brasil, que foi eleito em 2012 pela cidade de Lins e conquistou a reeleição no ano de 2016 pelo PSDB.  Max vê uma nova oportunidade de profissão, além de atuar como modelo. “Agora é um bom momento para eu correr atrás dos meus sonhos, eu sempre admirei aqueles que entram em campo para ser justo com os times, agora eu quero ser essa pessoa”.
Max disse que perdeu o último edital de inscrição que aconteceu em agosto do ano passado para a turma de 2020, e agora está de olho nos comunicados da FPF para entrar na próxima turma. “Acredito que a minha entrada como árbitro pode ajudar a acabar com o preconceito dentro do futebol. Homofobia ainda é um problema, mas as coisas estão melhorando o tempo todo”, disse.
Fonte: braziliantimes


Parada LGBT de SP terá programação virtual e projeção de luzes na Av. Paulista neste domingo.


Evento ocorre na capital paulista há 23 anos e foi cancelado por conta da pandemia de coronavírus. Museus e Theatro Municipal serão decorados com a bandeira do arco-íris.








Após a 24ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) de São Paulo ser cancelada por causa da pandemia de coronavírus, o evento irá celebrar a diversidade sexual neste domingo (14), mas apenas pela internet e com projeção de luz na Avenida Paulista.


O vice-presidente Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Renato Viterbo, explica que o público poderá ver palestras, discussões e apresentações online durante a programação virtual no domingo.


"Vamos falar sobre racismo, sobre a questão das sexualidades como , sobre os temas das paradas ao longo desses 23 anos, vamos ter recados de apoiadores e de famosos, e de consulados, como o do Canadá, que apoia muito a gente", explica Viterno.


Além da programação virtual, a Avenida Paulista irá receber projeção de luz e os prédios de teatros e museus da capital serão decoradas com a bandeira do arco-íris, símbolo do orgulho LGBT.


Em 23 anos de evento, esta é a primeira vez que a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é cancelada.


A diretoria da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo decidiu em março cancelar o evento por conta do risco de proliferação da doença por causa da aglomeração de pessoas e da quantidade de estrangeiros que visitam o país nesta época para participar do evento.

Em 2019, o evento realizado na Avenida Paulista reunião cerca de R$ 3 milhões de pessoas, 651 mil turistas e movimentou R$ 403 milhões. Segundo levantamento feito pela Secretaria Municipal de Turismo, a Parada de 2019 também registrou aumento de 78% no número de visitantes em relação a 2017, último ano de estudo.


fonte:uol

Tirou do armário: Marvel revela que um dos Vingadores é gay



A HQ Vingadores #26, que já chegou nas bancas dos EUA, trouxe uma revelação surpreendente: o primeiro Hulk do Universo Marvel é gay.
A trama trouxe a introdução da história de dois personagens, e um deles se torna o primeiro Hulk da Marvel.
Confira abaixo tudo que aconteceu.


Vnn e Brrkk

Na nova edição de Vingadores, a HQ apresenta Vnn e Brrkk, dois homens primitivos que deixam suas respectivas tribos após perceberem que são diferentes dos outros humanos. O menor entre eles, Vnn, recebe uma espécie de conexão psíquica com um jardim paradisíaco onde vive uma existência idílica com o companheiro Brrkk.
Infelizmente, a paz dos amantes é perturbada pela chegada dos Deviantes, inimigos dos Eternos.
O ataque dos vilões é inicialmente repelido por Brrkk, mas os Deviantes com o tempo conseguem derrotar o homem das cavernas, que acaba morrendo. O ataque, além de matar Brrkk, desenterra o cadáver de um tiranossauro rex.
Na edição #26 de Vingadores, esse dinossauro foi confirmado como o primeiro portador terrestre da Marca da Estrela, que dá a seu receptáculo poderes limitados apenas por suas próprias mentes. Ao tentar recuperar o corpo do amado, Vnn se funde com o poder da Marca da Estrela contido no corpo do dinossauro.


O primeiro Hulk

Embora a HQ não identifique Vnn com o nome de Hulk, o personagem deve ser a primeira versão do herói.
Escrita por Jason Aaron, Vingadores #26 é parte de uma história que já se desenvolve há 2 anos na Marvel.
Em Legacy, foi revelado que Odin era o líder de um grupo de Vingadores pré-históricos, que contava com a Força da Fênix, um Motoqueiro Fantasma que andava em um mamute, o primeiro Feiticeiro Supremo, o primeiro Punho de Ferro e o Pantera Negra mais antigo de Wakanda. Em Vingadores #26, é apresentado o Hulk pré-histórico.
A sinopse da HQ promete contar a “história secreta do mais poderoso, selvagem e enorme homem das cavernas de todos os tempos”.
Na HQ, fica claro que Vnn é Hulk. O personagem é desenhado de forma praticamente idêntica ao Gigante Verde, porém com uma cor diferente. As ilustrações da HQ foram produzidas por Dale Keown, artista conhecido pelos fãs do Hulk.
A identidade do personagem é confirmada por Odin, que diz que Vnn gosta apenas de “esmagar” (smash), assim como o Hulk original.
fonte:https://observatoriodocinema.uol.com.br/

Costa Rica é 1º país da América Central a aceitar casamento gay.



Duas mulheres se casaram na manhã desta terça-feira (26) na Costa Rica, que se tornou o primeiro país da América Central a aceitar o casamento igualitário, embora a data não tenha as comemorações esperadas, devido à pandemia de COVID-19.
A entrada em vigor da lei foi marcada pela transmissão na televisão pública e nas redes sociais da história da luta pelos direitos da população sexualmente diversa.
Momentos depois que entrou em vigor, Dunia Araya e Alexandra Quiros se tornaram o primeiro casal do mesmo sexo a se casar na Costa Rica.
Vestidas de branco, as duas jovens se casaram na cidade de San Isidro de Heredia, 14 quilômetros a noroeste de San José, diante de uma juíza de paz usando máscara facial, como parte das medidas para evitar a COVID-19.
A Costa Rica é o oitavo país das Américas a aceitar o casamento igualitário, o primeiro da América Central e o 29o do mundo.
“Essa mudança causará uma transformação social e cultural significativa que permitirá que milhares de pessoas se casem perante a lei”, comentou o presidente Carlos Alvarado.
A validação desses casamentos foi resultado de uma decisão da câmara constitucional do Supremo Tribunal de Justiça de 2018, que declarou inconstitucional uma disposição do Código da Família que proibia o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Na decisão, a câmara constitucional concedeu à Assembleia Legislativa um período de 18 meses para legislar a esse respeito. Em caso contrário, a disposição seria anulada em 26 de maio, como aconteceu.
A decisão da câmara constitucional foi proferida em resposta a uma opinião consultiva da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que em janeiro de 2018 determinou que os casais homossexuais têm os mesmos direitos matrimoniais dos heterossexuais.
Na transmissão, organizada pela campanha “Sim, Aceito Costa Rica”, dezenas de personalidades internacionais apresentaram seus cumprimentos, como a cantora espanhola Mónica Naranjo, que anunciou que a mudança legal “fará que outros países do continente sigam o mesmo caminho”.
– Olhos do mundo –
“Parabéns, Costa Rica, os olhos do mundo estão em você”, disse o ativista americano Evan Wolfson, da organização Freedom to Marry.
A cantora mexicana Lila Downs parabenizou a Costa Rica e garantiu que “estamos progredindo, humanizando-nos com ações como essa”.
A transmissão também analisou a luta histórica pelos direitos da população sexualmente diversa, incluindo a perseguição sofrida pela comunidade na década de 1980.
A ativista Ana Vega, dona do La Avispa, o bar gay mais tradicional de San José, lembrou os momentos que seu local sofreu batidas policiais para impedir festas da comunidade sexualmente diversa.
Enquanto a comunidade LGBTI comemorava, a deputada evangélica Nidia Céspedes rejeitou a mudança legal e garantiu que “é um dia triste para a família tradicional da Costa Rica”.
“A entrada em vigor do casamento igualitário atinge a alma de gerações de costarriquenhos, que lançaram as bases de um grande país ligado à família e à vida”, disse Cespedes, em um vídeo divulgado em suas redes sociais.
Os legisladores evangélicos fizeram várias tentativas para impedir a mudança legal, mas não conseguiram reunir o apoio necessário para pedir ao Supremo Tribunal um adiamento da medida.
Em uma recente entrevista à AFP, o presidente Alvarado comentou que o momento é propício para a população se aceitar, independentemente das diferenças.
“A inclusão de pessoas da comunidade LGBTI é tão importante quanto a validação de que podemos ter crenças religiosas diferentes, praticá-las livremente e todas coexistirem sem nos machucar”, disse Alvarado.
fonte:istoé

Pela primeira vez, Pixar lança curta-metragem com protagonista gay.




Está disponível na plataforma de streaming Disney+, que ainda não está disponível no Brasil, o curta-metragem 'Out', primeira produção da Pixar cujo personagem principal é um homem assumidamente gay. A produção, de nove minutos, estreou como parte da série SparksShorts, que exibe curtas independentes criados pelos funcionários da Pixar.

'Out' conta a história de Greg, que luta para assumir sua sexualidade com os pais ao mesmo tempo em que se prepara para se mudar com o namorado, Manuel. A ansiedade do personagem se agrava quando seus pais  desconhecendo o relacionamento de Greg com um homem  aparecem sem aviso prévio para ajudá-lo a fazer as malas. 

Dirigido por Steven Clay Hunter, que trabalhou anteriormente em 'Procurando Nemo', a animação também conta um um beijo do casal.

Fonte:uol

Mulheres trans presas enfrentam preconceito, abandono e violência

Somente nos presídios paulistas, existem 700 mulheres trans confinadas em cadeias masculinas. Drauzio Varella mostra como é a vida delas.




Somente nos presídios paulistas, existem 700 mulheres trans.
Ou seja: presas que nasceram num corpo de homem, mas são mulheres
confinadas em cadeias masculinas. Uma população carcerária que
enfrenta o preconceito, o abandono e a violência.

Quem conhece bem essa realidade é o doutor Drauzio Varella.
Há décadas, o doutor Drauzio trabalha como médico voluntário em 
penitenciárias. 
Nesta reportagem especial, ele mostrar a vida que mulheres trans levam nas 
prisões do Brasil.
Uma história que começa num encontro com presidiárias trans no Centro
de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo.


Primeira trans a frente de uma bateria de escola de samba em SP, comemora: “Eu sambo para o preconceito”.


Camila Prins, a primeira madrinha de bateria transexual do grupo de especial do carnaval de São Paulo, está sambando na cara dos transfóbicos. Realizando um sonho de criança, ela comemora a oportunidade de sair à frente da bateria da Colorado do Brás, e se diz muito feliz pelo respeito que tem recebido por onde passa pela folia paulistana. 



“Ser a primeira transexual à frente de uma bateria é uma grande conquista, porque consigo levantar minha bandeira. Fico assustada com a situação do Brasil, que é o país que mais mata transexuais no mundo, a gente sofre discriminação 24 horas por dia. Temos que conquistar o respeito na sociedade, me sinto abençoada chegar até aqui”, comemorou, durante o ensaio para o Yahoo.



A alçada à madrinha de bateria do grupo especial é o resultado de muito trabalho e perseverança. Há 20 anos no carnaval pela Camisa Verde e Branco, Camila esperou 18 até conseguir chegar ao posto de rainha pelo grupo de acesso em 2018. Para comemorar a nova função, a bailarina prepara uma surpresa para a avenida. 

“Quando falamos de transgênero, as pessoas têm aquela visão marginalizada, da prostituição, do crime, e todos ficaram assustados quando souberam que teriam uma trans à frente da bateria em 2018. Mas a gente chega e vai ganhando o respeito, conquistando, mostrando que não é assim. Foi a realização de um sonho e continua sendo. Neste ano, assumi os gastos do luxo e venho exuberante. Venho representando uma joia, com a ajuda de um atelier maravilhoso, o Espaço Luz.” 


Para fazer bonito no desfile da agremiação — a segunda escola a desfilar no Anhembi, dia 22 de fevereiro — Camila pegou na preparação entre academia e estética. E, para se inspirar, ela tem um ídolo. 
“É uma preparação intensa de muito treino. Vivo numa correria, mas eu amo. No final, tudo vale a pena. Entro na bateria e meu coração toca, não tenho palavras para definir. Para entrar na avenida me inspiro muito na Luiza Brunet, que é uma mulher maravilhosa. Até me arrepio ao falar dela. Ela é exuberante e muito charmosa.”
 Carnaval e aceitação
A história de vida de Camila cruza com os bailes de Carnaval dos clubes, aqueles típicos de cidades interioranas. Nascida em Leme, no interior de São Paulo, ela foi criada na pequena cidade de Porto Ferreira, a 227 km da capital. E foi em uma dessas festas cujo tema era "troca os gêneros" — quando homem se veste de mulher e mulher se veste de homem — que a bailarina se reconheceu pela primeira vez ao olhar no espelho.
“Conheci o Carnaval quando tinha quatro ou cinco anos, no interior de São Paulo. Desde pequena, já era apaixonada por clubes. Ajudava a minha mãe a bordar as miçangas, lantejoulas. Quando tinha 11 anos, fui em uma festa vestida de mulher, essas que acontecem no interior. Quando voltei para a casa não queria mais me vestir de menino. Foi ali que assumi a minha transexualidade. Comecei a tomar hormônios, deixei o cabelo crescer. O Carnaval me deu coragem para assumir como mulher.” 
Aos 40 anos, o sorriso doce e a voz mansa refletem a postura tranquila e alegre com que Camila vive o dia a dia. Mas nem ela escapou das estatísticas. Apesar da família ter aceitado sua transição de gênero, ser criada em uma cidade com pouco mais de 40 mil habitante trouxe consequências irreparáveis para sua vida.
“Com cinco anos, minha mãe já sabia. Eu era muito afeminada e ela me levou num psicólogo. Para toda a família nunca foi uma questão, mas na rua, sim. Sofria muito bullying na escola, me chamavam de Sarita, que era uma transexual na novela de Glória Perez. Juntavam todas as crianças e ficavam fazendo isso, me chamando de outras coisas que nem gosto de lembrar. Quando tinha 11 anos, não aguentei e parei de ir à escola. Meus pais achavam que eu estava estudando, mas, não, estava tentando descobrir como sair daquela situação e ser alguém na vida.”
Para se ver livre das agressões que sofria na cidade pequena, Camila se mudou para Suíça há 19 anos. Mesmo tempo que está casada com o químico suíço Sylvain Piguet. Empoderada, hoje ela não abaixa a cabeça para a transfobia.

“Na Suíça, tive a oportunidade de estudar a língua francesa, casei, dei a volta por cima. Cheguei a ser agredida no interior, cidade pequena, ninguém sabia como lidar com uma transexual. Quando ia ver um show, ficava de longe com medo de ser notada, mas hoje me aceito, tenho orgulho da pessoa que sou. Consegui trocar meu nome sem fazer a cirurgia, isso é muito gratificante. Não tenho medo de nada. Sou forte, guerreira e não deixo nada me atingir. Eu sambo para o preconceito.”
A autoaceitação e o respeito proporcionado pela sociedade sueca fez com que Camila deixasse vários traumas para trás e conseguisse vencer as inseguranças ao se olhar no espelho. Hoje, ela não deixa de fazer o que quer. “Antigamente, tinha medo de ir num restaurante, entrar em bons hotéis ou até mesmo de entrar em um shopping e ser barrada. Hoje, não, eu enfrento. Vivo de forma natural, leve e feliz como qualquer outro ser humano.”
fonte: Yahoo (https://br.vida-estilo.yahoo.com/primeira-trans-frente-bateria-082203863.html)

Campanha da Uber contra preconceito ganha as ruas de São Paulo.


O aplicativo de transporte privado Uber, usou suas redes sociais para expor sua opinião e posicionamento sobre os casos de preconceito que tem acontecido com a marca. “Você é dos blocos dos assediadores, racistas ou LGBTfobicos? A Uber não é pra você.”

“Esse não é apenas um post. É um posicionamento oficial da Uber: nenhum tipo de violência deve ser tolerada[…] é simples. Ou pelo menos deveria ser”, começou a publicação.
A empresa é uma das que mais patrocina festas LGBT pelo Brasil, e busca sempre repreender comportamentos fora do padrão da empresa. “Se você comete assédio, atos de racismo, LGBTfobia ou qualquer outro tipo de violência em viagens feitas por meio da nossa plataforma, a Uber não é pra você!”.
Segundo o Guia Gay, nas ruas da grande São Paulo, a campanha também apareceu, em um ponto de ônibus, e o cartaz bem grande trazia os escritos: “Não respeita dois homens se beijando? A Uber não é pra você!”. 

A campanha é mais que necessário, pois diversos casos de preconceito, desrespeito e violência são noticiados todos os dias.

Casal gay com filhos agradece afeminadas, travestis e LGBTs que lutaram por seus direitos.



Em um post emocionante e que mostra que ser um LGBT mais privilegiado não significa necessariamente falta de consciência, o casal gay brasileiro formado por Frederico e Gergori viralizou na web ao postar uma foto com seus filhos no Instagram.

Vivendo quase uma música do Luan Santana, tendo uma família linda com dois filhos e um cachorro , Fred postou em seu Instagram uma foto da família reunida na cama.
A bela imagem de uma família homoafetiva feliz seria suficiente pra muitos likes, certo? Mas o melhor ainda estava na legenda escrita por ele, motivo pelo qual a postagem viralizou em várias redes sociais, só no Twitter contando com milhares de repostagens em várias contas diferentes.
O pai de família lembrou que quando nasceu, essa realidade que vive hoje – sendo gay e constituindo família – seria algo impossível até de se imaginar: “Quando eu cheguei no planeta Terra, essa família era impossível. Não era permitido, em lugar algum, que dois homens se casassem, pelo menos até 1989, quando o casamento igualitário foi reconhecido na Dinamarca. A adoção homoparental demorou mais ainda e só foi legalizada pela primeira vez em 2001, na Suécia. No Brasil, esses dois direitos chegaram para a população LGBTQ+ em 2009 e 2011.”
Então ele revelou o motivo da postagem, seu aniversário de casamento: “Hoje comemoro meu aniversário de casamento, com dois filhos maravilhosos, graças a todos que lutaram pela nossa existência.”
E foi aí que veio a melhor parte do post, reconhecendo seus privilégios e agradecendo aos LGBTs que deram a cara a tapa na história e na sociedade pra que hoje ele e seu marido possam constituir uma família feliz legalmente.
“Obrigado às afeminadas, travestis, ativistas, lésbicas, pretas, e a todos que sofreram a violência, a perseguição e o isolamento que eu nunca precisei sentir. Desse lugar de extremo privilégio, de colher os frutos plantados pelos que vieram antes, é muito fácil esquecer da nossa história. Esse é um lembrete também para mim.”
Na Internet, a publicação contou com milhares de elogios em comentários como: “A pessoa quando ela é consciente é uma benção mds”, “Acho incrível como ele reconhece seus privilégios. É isso que a gente tanto fala e a galera insiste em fingir que não entende” e “Coisa linda! Se todo LGBT tivesse esse nível de consciência, realmente tava todo mundo de mãos dadas e ninguém detinha a gente!”.

Por que 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans?

Saiba mais sobre a história deste dia de reconhecimento da luta de travestis e transexuais no Brasil.


Nesta quarta-feira (29) comemora-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans aqui no Brasil e essa data é muito significativa para a luta – que é diária – das travestis e transexuais. Mas você sabe o porquê desse dia ser tão marcante? Vamos te explicar direitinho.
No dia 29 de janeiro de 2004, mulheres transexuais, homens trans e travestis foram a Brasília lançar a campanha “Travesti e Respeito” para promover a cidadania e o respeito entre as pessoas e que mostrasse a relevância de suas ações no Congresso Nacional.
Foi o primeiro ato nacional organizado pelas próprias trans e isso repercutiu muito, de maneira que não só a data é lembrada e celebrada, como diversas manifestações e passeatas aconteceram ano após ano para reafirmar a importância da vida dessas pessoas.
Na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo de 2016, esse tema foi levantado: “Lei de identidade de gênero, já! Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!“. Naquele ano, cerca de 3 milhões de pessoas foram à Avenida Paulista celebrar e protestar a favor dos direitos das trans e de todos os LGBT.

Manifestações

Neste ano, algumas instituições estão se reunindo e motivando pessoas a irem às ruas em busca de seu espaço e de direitos trans. O CAIS (Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais) está promovendo a “IV Caminhada pela Paz: Travestis e Transexuais, Nossas Vidas Importam” para o próximo dia 2 de fevereiro.
O ato discute a discriminação da comunidade trans e celebra o orgulho somado à luta pela dignidade e cidadania. Renata Peron, ativista, assistente social e presidente do CAIS, diz que a LGBTfobia precisa ser combatida em resposta ao crescimento da violência às pessoas da comunidade. “Nós somos uma das populações que mais mata travestis e transexuais no mundo”, afirma.
Renata ainda conta que houveram mudanças significativas dos últimos tempos até agora, como a questão na área da saúde e a desburocratização do uso do nome civil em cartório, mas que ainda falta muito para igualar os direitos.
Mesmo com o cenário conservador em ascensão, a ativista diz que a luta não acaba e que mais movimentações como a do CAIS voltarão a acontecer até haja o reconhecimento da comunidade trans como cidadãos assim como os outros.



Empresa que discriminar público LGBT pode ser cassada em SP.



Agora é lei na cidade de São Paulo: empresas que praticarem discriminação por identidade de gênero ou orientação sexual podem ser multadas e ter o alvará de funcionamento cassado, de acordo com nova lei municipal sancionada pela prefeitura da capital, na última sexta-feira (24) e publicado no Diário Oficial desta segunda (27).

De acordo com a Lei 17.301/2020, são definidos como atos discriminatórios empresas que praticarem ação violenta ou constrangedora contra o público LGBT; que proíbam ou coloquem taxas extras em hotéis e similares para este público ou que impeçam a locação de bens móveis ou imóveis por eles.

A lei também descreve como ação discriminatória prejudicar a promoção de funcionários ou demitir por preconceito da orientação sexual ou identidade de gênero.

As empresas que forem flagradas cometendo essas irregularidades estarão sujeitas a penalidades que começam por advertência, indo para multa até a cassação do alvará de funcionamento.

A determinação do valor da multa e a forma de fiscalização serão regulamentadas em 90 dias, pela Prefeitura de São Paulo.


Fonte: Radioagêncianacional   (http://radioagencianacional.ebc.com.br/direitos-humanos/audio/2020-01/empresa-que-discriminar-publico-lgbt-pode-ser-cassada-em-sp)

Superação é o pricipio de toda sabedoria!!!!!

O tempo é de superarmos nossos medos,nossas lutas e chegarmos a vitória.


      Dando continuidade a nossa matéria de superação quero compartilhar com vocês a história de duas pessoas importantíssimas para o nosso Brasil que somaram junto a frente do nosso País.

"Eu sou muito decidida;eu digo que eu não sou retrovisor,eu não olho para trás,eu só olho para frente.
 Eu quero sempre crescer e crescer ,eu digo sempre que atrás de mim vem uma onda negra competente,querendo oportunidade e buscando essa oportunidade.
Palavras de Luislinda Primeira Juíza Negra Rastafári do Brasil

      Filho de pedreiro e de uma dona de casa,Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu ,estado de Minas Gerais primogênito de oito filhos.Aos 16 anos foi sozinho para Brasília arrumou emprego na gráfica  do correio Braziliense e terminou o segundo grau.Sempre estudando em colégio público terminou o seu bacharelado em Direito pela faculdade de Direito da Universidade de Brasília em 1979,onde tmb se especializou em Direito do Estado em 1982.Foi ministro do Supremo Tribunal Federal.

        Você precisa de mais notícias sobre superação?

        Segundo o IBGE,negros são os que se declaram pretos e pardos - nós também somos a maioria em grande como Rio de Janeiro,Belo Horizonte,Recife e  Salvador.
Ganhamos em média menos do que os brancos,temos menos acesso ao estudo.mais também temos milhares ,milhões de história de superação de gente que lutou e luta para melhorar esses números.

         Nosso dever como cidadão é a promover a inclusão sociedade,promover ações voltadas as crianças,jovens,adolescentes e idosos.
 Queremos mostrar a você que mesmo estudando que um orgãos público,você pode crescer, pode ser alguém, pode chegar em lugares altos.
        Muitas das vezes não sabemos o potencial que nós temos e a melhor forma é mostrar-mos que podemos superar todos os desafios que a vida nos oferece.
        Planeje,Sonhe e realize tudo aquilo que você quer,porque você pode.




"Somos mais fortes do que pensamos e às vezes é preciso uma prova de fogo para nos fazer descobrir nosso poder de superação."




Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Luislinda_Valois /https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Barbosa
Adaptado por Rute Queiroz