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Promotora retratada em ‘Olhos que Condenam’ critica a Netflix: “A história é falsa”

A promotora Linda Fairstein, uma das personagens-chave em 'Olhos que Condenam', a produção sobre os cinco negros isentados de culpa no crime, questiona a inocência dos jovens em outros delitos.




Olhos que condenam (When they see us, no original), a série sobre a condenação de cinco adolescentes negros por um estupro brutal em Nova York, do qual acabaram inocentados, põe em questão o desempenho da promotora Linda Fairstein. A produção sobre esse crime de 1989 põe em xeque, na realidade, todo o sistema judicial, mas o papel de Fairstein, supervisora da investigação dos jovens, se destaca de maneira muito negativa. Hoje, escritora de sucesso, a ex-promotora classificou como “história falsa” o relato da cineasta Ava Duvernay e acusa os jovens de outros crimes.
"Eu era uma das supervisoras da equipe que processou os adolescentes detidos depois daquela noite de violência terrível. O filme de Duvernay tenta me retratar como uma promotora intolerante e com excesso de zelo, a polícia, como incompetente ou algo pior, e os cinco suspeitos como inocentes de todas as acusações contra eles. Nada disso é verdade", disse Fairstein em um artigo publicado no The Wall Street Journal. A ex-promotora concorda com a isenção pela acusação de estupro, mas considera que não deveriam ter sido excluídos os demais delitos de que eram acusados e mantém a dúvida sobre seu envolvimento no ataque brutal a Trisha Meili.
Em 19 de abril de 1989, Meili, uma executiva de um banco, de 28 anos, saiu para se exercitar à noite no Central Park e foi selvagemente estuprada. Tão brutal foi a agressão que ela perdeu mais da metade do sangue, passou dias em coma, meses no hospital e ficou com sequelas para a vida toda. Naquela noite, houve brigas no parque, o que era comum na época, e foram detidos cinco menores entre 14 e 16 anos como suspeitos: Korey Wise, Raymond Santana, Kevin Richardson, Antron McCray e Yusef Salaam. Nos interrogatórios, eles confessaram seu envolvimento, mas logo depois recuaram, alegando terem sido pressionados pela polícia e, mesmo assim, acabaram sendo condenados sem provas forenses ou testemunhas. Em 2002, o verdadeiro estuprador, Matías Reyes, confessou o crime e os cinco foram inocentados.

“A confissão de Reyes, a comprovação do DNA e a afirmação de que ele agiu sozinho fez com que as acusações de estupro contra os cinco fossem retiradas. Concordei com essa decisão e ainda concordo. Mas as outras acusações, por crimes contra outras vítimas, não deveriam ter siso excluídas. Nada do que Reyes disse os livrou disso", afirma Fairstein. Na sua opinião, a maioria das reconstituições jornalísticas ou documentais feitas com base nesse evento apagam a “foto geral” daquela noite, em que um grande grupo de homens se reuniu no parque com a finalidade de agredir e roubar pessoas que estavam andando ou correndo. Meili foi uma das nove pessoas atacadas naquela noite.
Olhos que Condenam começa com os distúrbios no parque, mas retrata os adolescentes detidos como jovens imaculados. Essa é a imagem que Fairstein rejeita, entre outros elementos. Em sua opinião, a série "é tão cheia de falsidades e distorções que parece uma fabricação total". A promotora (interpretada por Felicity Huffman) critica o fato de o filme só levar em conta como base para a condenação a confissão extraída durante os primeiros interrogatórios dos menores. Exclui, lamenta ela, a declaração de uma garota afro-americana que afirmou que Korey Wise tinha falado com seu irmão por telefone e dito que havia segurado a mulher durante o estupro. E também que os garotos tinham admitido a participação nos ataques a outros caminhantes no parque e que havia sangue e sujeira nas roupas deles. Além disso, ressalta que eles nunca foram processados pelo ato sexual em si, mas como cúmplices deste e que, depois daquela confissão, que em seguida rejeitaram, admitiram ter manuseado e segurado a moça. Dois deles disseram que haviam subido em cima da vítima para simular a penetração. E foi encontrado sêmen dentro de suas roupas.
No entanto, em seu artigo ela não menciona as críticas despertadas pelo tipo de interrogatório duro dos menores de idade ou a polêmica suscitada pela nomeação do juiz Galligan. O caso ficou retratado como um exemplo do viés racista da Justiça contra os afro-americanos. Após terem sido exonerados das acusações, em 2014, o Estado de Nova York compensou com uma indenização de 41 milhões de dólares (cerca de 160 milhões de dólares) os cinco condenados por aquele brutal ataque.
A recordação dos eventos, que veio à tona com a série, trouxe problemas para Fairstein, autora de romances policiais. De acordo com as publicações Deadline e Hollywood Reporter, ela teve de demitir-se dos conselhos do Vassar College e de duas organizações sem fins lucrativos, e sua agência literária acabou de abandoná-la. Após a publicação do artigo no The Wall Street Journal, Ava Duvernay limitou-se a escrever no Twitter: "Esperado e típico. Em marcha".
Fonte:EL PAÍS


Fãs de Lucifer tentam salvar série após novo cancelamento.

Os fãs de Lúcifer foram surpreendidos negativamente com a notícia que a série acabaria na quinta temporada.

Depois da união dos fãs de Lucifer salvar a série do cancelamento e fazê-la ser comprada pela Netflix, os fãs ficaram animados e esperavam pelo menos mais alguns anos de história pela frente. Mas, nada disso: a trama foi cancelada em sua quinta temporada e todo mundo ficou de queixo caído! Mas a esperança é a última que morre e os espectadores estão abrindo outra petição para salvar a trama!


O movimento está sendo organizado no Change.org. "Foi anunciado que a quinta temporada de 'Lucifer' será sua última. Essa série tem muitas temporadas restantes ainda. Não consigo entender por que eles escolheriam não continuar após a reação dos fãs com o cancelamento da temporada 3 e com as ótimas críticas da temporada 4. Então, amigos Lucifans, juntem-se a mim e vamos nos unir novamente para mostrar à Netflix o que os fãs querem e quantos somos", escreveu o criador da petição, que não teve o nome divulgado
E se engana quem pensa que a história não atraiu olhares, hein! Até o momento, mais de 1800 assinaturas foram realizadas. E aí, será que eles conseguem salvar "Lucifer" do fantasma do cancelamento?

Petição antiga

Em 2018, a Fox anunciou que a terceira temporada seria a última da série. O pessoal não ficou nada feliz com a decisão e correram para as redes sociais para solicitar uma continuação da história.
Dois episódios extras foram lançados, mas é claro que os espectadores queriam mais e, por isso, decidiram continuar com os pedidos - recebendo o apoio dos atores. Com isso, a Netflix se solidarizou e resolveu fazer uma nova temporada, cheia de ~temperos, do jeito que todo mundo gosta.
E aí, será que dessa vez os fãs terão um final feliz de novo? O jeito vai ser esperar para ver!

fonte:terra

Witzel diz que menores de unidades socioeducativas não devem frequentar escolas

Por Compartilha Rio
Witzel classificou os menores liberados das unidades socioeducativas como "problemáticos". (Foto: Mauro Pimentel/AFP/Getty Images)
Devido à superlotação de unidades socioeducativas, pelo menos 400 menores infratores do Rio de Janeiro vão ganhar liberdade a partir dessa semana. Mas, se depender do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), o sistema público de Educação não poderá receber os adolescentes por serem “problemáticos”.

“Esses menores são problemáticos, as famílias não vão ter condições de cuidar deles como deveriam e a escola não vai poder receber. Provavelmente vão para rua, vão voltar para o sistema”, disse o governador, nesta segunda-feira (10).

Na decisão do STF para evitar a superlotação das unidades de internação, o ministro Edson Fachin ordena que na ausência de unidades vazias, os jovens passem a cumprir internação domiciliar. A determinação é válida para o Ceará, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro.
Com isso, Witzel disse que determinou o remanejamento de R$ 100 milhões para a construção de novas unidades para receber menores. Segundo ele, o governo ainda necessita arrecadar R$ 50 milhões para a realização das obras.
Os adolescentes serão monitorados por uma estrutura de 10 funcionários que acompanharão o comportamento dos jovens pelas redes sociais.
“Só vai ser colocado na internação domiciliar em meio aberto, o adolescente que tiver amparo familiar. Essa família vai receber um telefonema, vai até a unidade de internação e vai levar o filho, sobrinho ou neto para casa”, disse a juíza Lúcia Glioche, da Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas, que ainda aguarda o parecer do Ministério Público.

Coautor da reportagem sobre Moro, Deputado David Miranda recebe ameaça de morte

Por Cristiano Gonçalves
O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), marido do jornalista Glenn Greenwald, coautor da série de reportagens que vazou áudios atribuídos ao ministro da Justiça Sergio Moro, afirmou ter sofrido ameaças de morte por email. O conteúdo das mensagens foi revelado pelo telejornal SBT Brasil.

No email enviado ao deputado, os responsáveis pela ameaça fazem ofensas homofóbicas a David e Glenn, ameaçam a mãe do deputado, disferem ofensas racistas contra a vereadora Marielle Franco, morta em 2018, e, por fim, pedem espécie de resgate em bitcoin. Assina a mensagem o “Unidos do Realengo”.
O email começa com o criminoso chamando o casal de “bichas pedófilas desgraçadas”, seguindo com ameaças à mãe de David. O responsável pela mensagem afirma que vai contratar “um atirador de elite [para] explodir a cabeça dela”.
Ainda seguindo as ameaças, o grupo que assina o email afirma que “veja que, não deixamos nenhuma evidência forense sobre a galinha preta desossada da Marielle Franco”, em referência à vereadora assassinada a tiros em 2018.
A mensagem termina com a ordem que David e Glenn “enviem 10.000 USD em bitcoins para esta carteira. Vocês possuem até o final do mês de Junho para o pagamento!”.
Em sua conta oficial no Twitter, Glenn compartilhou a reportagem do SBT Brasil e fez comentários sobre as ameaças recebidas por seu marido. No tweet, fez menção ao ex-deputado Jean Wyllys, do qual David é suplente, que deixou o Brasil para morar na Europa após alegar receber seguidas ameaças de morte.

Fonte: Yahoo Notícias (https://br.noticias.yahoo.com/deputado-david-miranda-ameaca-morte-131856088.html)

A importância da inclusão do autista no mercado de trabalho

Por Coaching Resende

A psicopedagoga Luciana Brites fala sobre a inclusão do autista no mercado de trabalho

Há muitos mitos em torno de pessoas autistas e um deles é de que elas não podem entrar no mercado de trabalho. Pelo contrário, é possível. Quem tem TEA pode conseguir se firmar num emprego de maneira independente. É importante ressaltar sobre a existência de graus de autismo. Aqueles que são mais funcionais e com menos prejuízo cognitivos irão conseguir se sair melhor.

Para que um autista possa se desenvolver bem, é muito importante a detecção precoce. Quanto mais cedo o autismo for diagnosticado e havendo uma intervenção, melhor será o prognóstico e processo de inclusão social futura. Desde cedo, a família deve trabalhar a autonomia da criança e ver as habilidades e interesse dela e focar nisso.
O quadro autístico é extremamente elástico. Por exemplo, a pessoa pode se transformar num médico excepcional, mas por outro lado pode nunca deixar de ser dependente dos seus pais.
No seriado The Good Doctor, estrelado por Freddie Highmore, vemos a história do personagem Shaun Murphy, um médico residente com caso de TEA leve. A série mostra as suas dificuldades de comunicação e para se socializar dentro do ambiente de trabalho. No entanto, realiza de maneira brilhante o seu trabalho.
Para que o autista se saia bem na carreira, depende muito do interesse dele por determinado assunto. Podemos ter pessoas com TEA que se interessem por música, jogos ou informática. Depende de cada caso. Porém, quando eles realmente focam conseguem sair-se muito bem no mercado de trabalho.
Para as empresas é uma vantagem ter um profissional autista, pois são bem focados, honestos (tem dificuldade em mentir), perfeccionista, atenção aos detalhes, são organizados, aderem com facilidade a rotinas e cronogramas.
Uma característica comum do autismo são as restrições ao expressar emoções, ao entender linguagem de duplo sentido, além expressões faciais e mudanças de tom da voz. Mas como eles não tem preocupações sociais, eles não se preocupam em competir com os outros, não se preocupam também em ter sucesso daquilo que ele faz. Ele quer que dê certo o que se propôs a fazer.
Ele quer terminar o processo sem se preocupar se vai ser elogiado, se vai ser promovido, se ele vai ser excessivamente acarinhado por todos ou bem ou mal aceito. O indivíduo com autismo não se preocupa com esse tipo de coisa, ele só quer fazer aquilo que ele gosta. Portanto, as empresas que tiverem autistas de grau leve só tem a ganhar.

Como 'ensinar' seu corpo a acordar cedo, segundo cientistas

Por Coaching Resende
Técnicas simples, como redução do consumo de cafeína e exposição ao sol pela manhã, podem ajudar a ajustar relógio biológico — Foto: Kinga Cichewicz/Unsplash
Técnicas básicas, como horários para dormir consistentes, redução do consumo de cafeína e exposição ao sol pela manhã, podem ajudar a ajustar relógio biológico.
Mudanças simples de hábito podem ajudar a ajustar o relógio biológico e melhorar o bem-estar, concluem cientistas na Austrália e no Reino Unido.
Os pesquisadores se concentraram nos chamados "corujões", indivíduos que têm uma predisposição natural a ficar acordados até tarde da noite.
Os participantes foram orientados a adotar técnicas simples, como horários regulares para dormir, redução do consumo de cafeína e exposição ao sol pela manhã.
Embora a abordagem pareça óbvia, pode fazer uma diferença importante na vida das pessoas, de acordo com os cientistas.
Todo mundo tem um relógio biológico interno, que é influenciado pela variação da luz. Mais precisamente, pelo nascer e o pôr do sol. É por isso que dormimos à noite.
Mas os "relógios" de algumas pessoas são mais atrasados do que outros.
Enquanto os indivíduos diurnos tendem a levantar da cama cedo, mas lutam para ficar acordados até tarde, os notívagos são o oposto, preferem acordar mais tarde e permanecem ativos até altas horas da noite.

Acordar tarde faz mal?

O problema para muitos "corujões" é se encaixar em um mundo baseado no horário comercial, de 9h às 17h, com o despertador tocando cedo, horas antes de seu corpo estar pronto.
Não é à toa que pesquisas recentes mostram que ser notívago está associado a um risco maior de morrer de forma prematura, assim como de desenvolver doenças físicas ou mentais.
Os cientistas analisaram o comportamento de 21 "notívagos extremos" que costumavam ir dormir às 2h30 e só acordavam depois das 10h.
E deram aos participantes as seguintes instruções:
  • Acorde 2 a 3 horas mais cedo que o habitual e pegue sol ao ar livre pela manhã.
  • Tome café da manhã assim que possível.
  • Pratique exercício físico apenas pela manhã.
  • Almoce na mesma hora todos os dias e não coma nada depois das 19h.
  • Corte a cafeína depois das 15h.
  • Não tire cochilos depois das 16h.
  • Vá para a cama 2 a 3 horas mais cedo que o habitual e reduza a iluminação à noite.
  • Mantenha os mesmos horários de sono e vigília todos os dias.

Após três semanas, os participantes adiantaram com sucesso seus relógios biológicos em duas horas, conforme revelam as análises feitas pelas universidades de Birmingham e Surrey, no Reino Unido, e a Universidade Monash, na Austrália.
Os resultados, publicados na revista científica "Sleep Medicine", mostraram que as pessoas ainda conseguiam dormir as mesmas horas de sono.
Mas relataram níveis mais baixos de sonolência, estresse e depressão, enquanto os testes indicam que seus tempos de reação também melhoraram.
  • "O estabelecimento de rotinas simples pode ajudar os notívagos a ajustar seus relógios biológicos e melhorar sua saúde física e mental", afirmou Debra Skene, professora da Universidade de Surrey.
"Níveis insuficientes de sono e desalinhamento circadiano [do relógio biológico] podem interferir em muitos processos corporais, aumentando o risco de doença cardiovascular, câncer e diabetes."
Um dos principais sinais que o organismo usa para sincronizar seu relógio com o ciclo do sol é a luz - por isso a recomendação de expor o corpo mais à luz durante o dia e menos à noite.
  • Ter horários de sono e vigília irregulares também pode atrapalhar o ritmo circadiano, ciclo fisiológico de aproximadamente 24 horas do organismo.
As técnicas adotadas podem parecer recomendações óbvias para um sono saudável, mas cada uma é usada para ajudar a treinar o relógio biológico.
O que os pesquisadores não sabiam era se as pessoas programadas para dormir tarde reagiriam à mudança de hábitos.
"O que não é óbvio é se, no caso de notívagos extremos, é possível fazer algo a respeito?", explica Andrew Bagshaw, da Universidade de Birmingham.
"São coisas relativamente simples que qualquer um pode fazer e que causam impacto, e isso para mim é surpreendente."
"Ser capaz de ajudar uma boa parcela da população a se sentir melhor sem uma intervenção particularmente radical é muito importante", completa.

Bolsonaro manifesta "irrestrita confiança" em Moro

Por Cristiano Gonçalves
O presidente Jair Bolsonaro tem confiança irrestrita no ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência.
"Nós confiamos irrestritamente no ministro Moro", disse Bolsonaro, segundo nota da Secom ao Jornal Nacional, da TV Globo, um dia após a divulgação de supostas mensagens mostrarem o que poderia ser uma colaboração do então juiz federal com procuradores da Lava Jato.
Pouco antes, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, respondeu a várias questões de jornalistas num briefing à imprensa sem mencionar qualquer declaração de Bolsonaro sobre Moro. O porta-voz disse apenas que o presidente deve conversar na terça-feira com o ministro para só então traçar uma linha de ação sobre o assunto.
"O presidente da República não se pronunciará a respeito do conteúdo de mensagens e aguardará o retorno do ministro Moro para conversar pessoalmente, em princípio amanhã", disse Rêgo Barros.
O site Intercept Brasil publicou no domingo reportagens que mostram suposta troca de mensagens entre Moro, então juiz federal responsável pela Lava Jato em Curitiba, e o coordenador da operação, Deltan Dallagnol. Com base no que diz serem arquivos recebidos de uma fonte anônima, o site mostra supostas conversas entre Moro e Dallagnol sobre decisões, andamento das investigações e sugestões de testemunhas.
Moro, Dallagnol e os procuradores da Lava Jato negam que tenha havido qualquer irregularidade. Em entrevista coletiva em Manaus, onde cumpria agenda, o ministro não confirmou a autenticidade das mensagens, porque, segundo ele, são coisas que, se aconteceram, aconteceram anos atrás. "Eu não tenho mais essas mensagens, eu não guardo esses registros."
Questionado qual seria a estratégia do governo no Congresso diante do caso, uma vez que a oposição anunciou obstrução das votações, o porta-voz disse que até o momento não há nenhuma.
"Como o nosso presidente não teve a oportunidade de compartilhar o conhecimento dos fatos junto ao ministro Sergio Moro, por consequência, o governo não tem nenhum planejamento de momento", disse o porta-voz.
Rêgo Barros disse que o encontro do presidente com Moro seria importante para Bolsonaro conhecer do "próprio ministro Sergio Moro a sua percepção e a partir dessa conversa traçar linhas de ação e estratégias".
No briefing, o porta-voz disse também que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que são necessários ajustes no anunciado pacto entre os Poderes e que há uma indicação de que a assinatura do mesmo, inicialmente prevista para esta segunda-feira, deve ocorrer na semana que vem.

Rio está sem inseticida para combater dengue, chikungunya e zika

Entre janeiro e 4 de junho deste ano, houve 41.888 casos de chikungunya, 20.622 casos de dengue e 1.005 pessoas infectadas por zika no Rio

O estado do Rio de Janeiro está com falta de inseticidas utilizados no controle de mosquitos Aedes Aegypti adultos, transmissores da zika, da chikungunya e da dengue. A normalização do estoque depende de repasse dos inseticidas pelo Ministério da Saúde, que são comprados por meio de licitação internacional.

As informações foram divulgadas pelo superintendente de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Mário Sérgio Ribeiro, durante audiência pública da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). “Nossa expectativa é que os números de casos diminuam com a chegada do inverno para não termos que depender tanto dos inseticidas”, disse.
Ribeiro apresentou dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde das arboviroses. Entre janeiro e 4 de junho deste ano, houve 41.888 casos de chikungunya, 20.622 casos de dengue e 1.005 pessoas infectadas por zika. Ao todo, 13 pessoas morreram, todas vítimas da chikungunya, sendo 10 no município do Rio.
A presidente da Comissão de Saúde da Alerj, deputada Martha Rocha (PDT), declarou estar preocupada com a situação. “Temos um diagnóstico alarmante. Já foram 13 mortes por chikungunya este ano, sendo que os especialistas ainda afirmam que a doença não é totalmente conhecida. Também há constantes falhas no diagnóstico e agora a notícia do desabastecimento de inseticidas. Vejo dias muito difíceis no setor de saúde estadual”, disse.
O deputado Márcio Gualberto (PSL) disse ser necessária uma melhor campanha de conscientização da população. “É preciso mudar a cultura para que a população faça a prevenção contra o mosquito dentro de casa, não deixando água parada, entre outras ações. Também acho que deva ter uma maior integração entre os poderes públicos municipais, estadual e federal para superarmos as epidemias”, disse.
Em uma nota informativa divulgada no dia 30 de maio, o Ministério da Saúde informou que a  Secretaria de Vigilância em Saúde está trabalhando na tentativa de minimizar os problemas causados pela falta do inseticida. Segundo a nota, devido ao desabastecimento, que atingiu não apenas o Rio de Janeiro mas também outras unidades da Federação, houve a tentativa de empréstimo do inseticida com outros países da América do Sul, mas não havia disponibilidade do produto.
"Dessa forma, devido o desabastecimento, reforça-se a necessidade da intensificação das ações de rotina visando diminuir a transmissão de casos, com a realização de visita casa a casa, resgate de imóveis pendentes, mobilização da população e mutirões de limpesa. As ações de controle vetorial devem ser planejadas para serem executadas de forma permanente, promovendo a articulação sistemática com todos os setores do município (educação, sanemaneto, limpeza urbana, etc)", informa a nota.
De acordo com dados divulgados pelo ministério, o estado do Rio recebeu 17.800 litros de inseticida para combater o Aedes Aegypti  ao longo do ano de 2018 e 4.800 litros até o dia 30 de abril. 
Com informações da Agência Brasil

Os lançamentos da Netflix nesta semana (10/06 a 16/06).



Temporada final de Jessica Jones, documentário sobre Bob Dylan, e mais; confira as principais estreias da Netflix

Todas as semanas, a Netflix adiciona novas filmes e séries ao catálogo, oferecendo sempre novas opções de conteúdo para seus assinantes, e é sempre bom saber o que vem por aí no serviço. 
Na sexta-feira, 14, chega ao serviço de streaming a última temporada de Jessica Jones, produzida em parceria com a Marvel. Os episódios finais apresentarão um novo vilão e uma série de dilemas a serem enfrentados pela heroína.


Outro destaque da semana fica por conta de Rolling Thunder Revenue: A Bob Dylan Story, um documentário sobre o lendário músico americano com produção do aclamado diretor Martin Scorsese. O filme entra no catálogo da Netflix na quarta-feira, 12.


Confira abaixo as principais novidades da Netflix entre os dias 10 e 16 de junho de 2019:

Séries
  • Crônicas de Arthdal - temporada 1 (11/06)
  • Jinn - temporada 1 (13/06)
  • Aggretsuko - temporada 2 (14/06)
  • Gatunas - temporada 1 (14/06)
  • Leila - temporada 1 (14/06)
  • Marvel - Jessica Jones - temporada 3 (14/06)
  • Não Durma no Ponto - temporada 1 (14/06)
  • O Crime de Alcácer - temporada 1 (14/06)
  • Unidade 42 - temporada 1 (14/06)
  • Well-Intended Love - temporada 1 (14/06)
  • Yankee - temporada 1 (14/06)
Filmes
  • O Terceiro Olho 2 (13/06)
  • Cinderela Pop (14/06)
  • Mistério no Mediterrâneo (14/06)
Documentários e especiais
  • Jo Koy: Comin' In Hot (12/06)
  • Rolling Thunder Revenue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese (12/06)
  • A Vida em Mim (14/06)
Infantil

  • Pinky Malinky - temporada 3 (10/06)
fonte:olhardigital

Feira do Livro em Resende, vai até domingo

Resende, eu amo, eu cuido...

Evento vai até domingo e vai reunir autores, contação de histórias, exposição e palestras


A literatura infanto juvenil e adulta vão invadir o Sul Fluminense. De hoje a domingo acontece a quinta edição da Feira do Livro de Resende (Flir). Realizada na Área de Exposições de Resende, o evento vai reunir escritores, editoras e livrarias, além de diversas atividades culturais. A entrada é gratuita.
Com entrada gratuita, a Flir terá, além da participação escritores, apresentações de dança e shows. Também estão programadas contações de histórias, palestras, oficinas, debates, sessões de autógrafos, intervenções literárias e exposição fotográfica, entre outras atividades. 
A cada dia, a Flir terá um escritor como convidado especial. Hoje será a vez do autor indígena Daniel Munduruku, que tem no currículo 52 livros publicados para os públicos infantil e juvenil, além de obras voltadas para educadores. Amanhã será a vez do músico, compositor e contador de histórias Cristiano Gouveia. No sábado, a jornalista e escritora Eliana Alves Cruz, autora de 'Água de barrela' e 'O Crime no Cais do Valongo', e a autora espanhola Patrícia de Arias. No domingo, o autor de livros de fantasia Felipe Castilho.
Neste ano, a Flir vai homenagear a jornalista, poeta, professora e feminista, Narcisa Amália de Campos. Nascida em São João da Barra, em 1852, Narcisa se mudou para Resende aos 11 anos e foi a primeira mulher a se profissionalizar como jornalista. 
Fonte: O Dia

Cantor Serguei morre aos 85 anos em hospital de Volta Redonda

Por Compartilha Rio
Roqueiro estava internado desde o dia 6 de maio. Nascido em 1933 e batizado como Sérgio Augusto Bustamante, Serguei foi um dos maiores símbolos do rock no Brasil.


O cantor Serguei morreu na manhã desta sexta-feira (7), no Hospital Zilda Arns, em Volta Redonda (RJ), onde estava internado havia um mês. Ele tinha 85 anos. Serguei havia sido internado em maio com um quadro de desidratação, desnutrição e infecção urinária. Segundo os médicos, ele sofria de Alzheimer.

A carreira de Serguei

O cantor nasceu em 8 de novembro de 1933, filho único do executivo Domingos Bustamante e da dona de casa Heloísa Bustamante. Aos 12 anos, foi morar com a avó materna, Lia Anderson, em Long Island, Nova York, onde participou de festivais estudantis.

Voltou ao Brasil em 1955, aos 22 anos, mas depois retornou aos Estados Unidos, onde começou sua carreira musical, em 1966. Voltou ao Brasil novamente em 1972 e foi morar na cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro. Foi quando começou a ficar famosa a história de que ele havia tido um affair com a cantora Janis Joplin.

O músico era conhecido por fazer versões de clássicos do rock, sempre com uma performance, um visual e um discurso exagerados. Seu visual era marcado por roupas rasgadas, maquiagem, vários acessórios, camisas pretas e cabelos longos.

Serguei se apresentou em quatro edições do Rock in Rio (1991, 2001, 2011 e 2013) e teve a casa em Saquarema transformada em um museu do rock.
Serguei posa para foto em sua casa no município de Saquarema, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2016 — Foto: Mari Gibara/G1

Entre seus feitos no palco, abriu a segunda edição do Rock in Rio, no Maracanã. Em 2001, voltou ao festival e cantou "Satisfaction", dos Rolling Stones.

“O primeiro Rock in Rio que eu fiz foi uma maravilha pra mim. Eu pedi para as pessoas sentarem no gramado do Maracanã e me despenquei lá de cima", relembrou ao G1, em 2015.

"Eu estava com uma calça de helanca [espécie de lycra], levaram duas dúzias de rosas vermelhas, eu tirei os espinhos e enfiei dentro da cueca. Depois eu dei uma jogada de corpo, enfiei a mão, tirei a rosa, dei uma lambida e joguei no público. Em 2001 eu cantei a música dos Stones, depois arranquei as calças e joguei pra multidão.”

O cantor também foi destaque do carnaval do Rio pela Mocidade Independente, em 2013, quando a escola desfilou na Marquês de Sapucaí um enredo dedicado ao Rock in Rio. Ele saiu na comissão de frente com uma inusitada fantasia com a frase "Eu comi a Janis Joplin".

Fonte: G1