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A importância de uma formação sólida na carreira de coaching

Por Coaching Resende
Embaixadora da Felicidade no Brasil, Flora é a única master coach mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela Universidade da Pensilvânia, com Martin Seligman “pai da psicologia positiva”.

De acordo com um estudo realizado pela International Coach Federation (ICF), o mercado de coaching é responsável por movimentar 2,3 bilhões de dólares no mundo. Em 2016, houve no Brasil um aumento de 30% na contratação de profissionais dessa área.

Com um aumento tão grande da procura pela metodologia, diversas empresas que oferecem treinamentos de coaching surgiram, e isso pode colocar em cheque a credibilidade dessas certificações como parâmetro de qualidade.
Por isso, este artigo tem o objetivo esclarecer certos equívocos e desmistificar conceitos desacertados que envolvem o coaching.

O que é, de fato, coaching?

O coaching é um processo que aumenta os resultados de pessoas, times e empresas. Para isso, utiliza técnicas e ferramentas que são fundamentadas em estudos de diversas áreas.
As bases científicas do coaching são:
• Psicologia cognitiva e comportamental;
• Psicologia Positiva;
• Ciências Organizacionais;
• Neurociência;
• Conceitos da Filosofia, Educação e Administração.

Saiba o que não é coaching

Existe certa confusão entre o coaching e outros conceitos que buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas como a psicoterapia, autoajuda e PNL.
É importante frisar que o coaching é uma metodologia que possui começo, meio e fim, com foco sempre nas metas que os clientes (coachees) desejam atingir. Logo, coaching não é terapia, autoajuda ou Programação Neurolinguística.

Coaching e Psicoterapia

O objetivo da psicoterapia é encontrar a origem de obstáculos emocionais e resolvê-los.
Enquanto a psicoterapia lida com pessoas em um processo de recuperação de episódios traumáticos, o coaching é destinado àquelas que já têm plenas condições de atingir resultados específicos em um determinado período de tempo.
O coach não é recomendado para pessoas em fase de recuperação psíquica.

Coaching e Programação Neurolinguística

A programação Neurolinguística é um conjunto de estratégias que são utilizadas para o desenvolvimento neural com o objetivo de alterar a percepção do mundo por meio de uma variedade de técnicas. No entanto, permanece sem comprovação científica.

Coaching e autoajuda

A autoajuda é um conceito que prevê o bem-estar e a realização, assim como o coaching. Porém, os meios para atingir esses estados são completamente distintos. Na autoajuda, o indivíduo busca sozinho maneiras e caminhos para viver com mais satisfação.
No coaching, a pessoa é acompanhada por um profissional que precisa estar altamente qualificado com métodos, técnicas e ferramentas com as quais incentivará e desafiará seu cliente para que possa desenvolver as habilidades necessárias e alcançar seus objetivos.

Quais critérios esperar de instituições que oferecem formação em coaching?

A credibilidade de empresas é medida de acordo com uma lista de critérios básicos, são eles:

Metodologia

Muitas empresas criam treinamentos com técnicas sem comprovação de resultados. Uma metodologia testada e aprovada internacionalmente, que utiliza pesquisas científicas e instituições renomadas como fontes é garantia de resultados.

Fomento à pesquisa

Analisar e validar resultados e contar com um núcleo de desenvolvimento de produtos precisa ser uma premissa de instituições sérias.

Certificações

Formações certificadas por autoridades em desenvolvimento humano, assim como parcerias e validações com órgãos internacionais é um importante diferencial.

Responsabilidade social

Este último item ocupa uma ampla função em relação às organizações profissionais. Isso é demonstrada por meio da filantropia. Afinal, um dos princípios que rege o coaching é a contribuição com o desenvolvimento humano.
É indiscutível: fazer uso de uma metodologia eficaz é crucial para conquistar resultados no processo de coaching. Para isso, portanto, é fundamental que o coach tenha uma formação sólida para expandir a capacidade de ação de seus coachees de forma ética e precisa.

Fonte: BLOG Flora Vitoria

Diversidade: Mais que um simples modismo


Demorou, mas finalmente as marcas começaram a dar mais valor a esse tema, o que em muito contribui para colocarmos um ponto final em tudo que diz respeito a preconceitos.
Existem diversos tipos de diversidade, no entanto, eles não podem ser vistos apenas como modismo, ou seja, as marcas investirem em campanhas sobre o assunto apenas com o intuito de passar uma imagem de que está ‘antenada’.
Diversidade é a reunião de tudo aquilo que apresenta múltiplos aspectos e que se diferenciam entre si, ex.: diversidade cultural, biológica, étnica, linguística, religiosa, etc.
A diversidade cultural são os múltiplos elementos que representam particularmente as diferentes culturas, como a linguagem, as tradições, a religião, os costumes, a organização familiar, a política, entre outros, que reúnem as características próprias de um grupo humano em um determinado território.
Já a biológica ou biodiversidade é a grande variedade de organismos vivos que compreende a fauna, a flora e os micro-organismos da face da Terra. A Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e o Pantanal abrigam a maior biodiversidade do nosso planeta.
Diversidade étnica é a união de vários povos numa mesma sociedade. Etnia é um grupo de indivíduos que possuem afinidades de origem, história, idioma religião e cultura, independente do país em que se encontrem.
O Brasil é um país com grande diversidade étnica, sua população é composta da miscigenação de vários povos que juntos formaram uma nova identidade cultural.
Esses exemplos são apenas alguns dos existentes, mas servem para dar uma noção do quanto somos diversos, mas principalmente, o quanto é importante respeitarmos essas diferenças.
Diversidade nas Organizações
Nos dias atuais, sem dúvida nenhuma quando o assunto é diversidade, o meio organizacional é o que mais precisa de transformações.
Aceitar a diversidade não é apenas conseguir lidar com gêneros, cores ou orientações sexuais distintas, mas principalmente respeitar ideias, culturas e histórias de vida diferentes da sua.
Se você ainda não teve essa experiência, como se comportaria em um ambiente de trabalho com pessoas com cultura, raças ou opiniões totalmente diferentes da sua? Como trataria portadores de deficiência ou ex presidiários, por exemplo?


Você sabia que a diversidade nas organizações melhora a competitividade e até a lucratividade das empresas, além de reforçar o respeito entre as diferenças?
Sabia que organizações que investem em diversidade são mais inovadoras e crescem mais rapidamente?
Números da Diversidade no Brasil
  • A ONU afirmou no ano passado que das 16,2 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza no Brasil, 70,8% são afro-brasileiras.
  • Somos o 5º país mais violento para mulheres no mundo, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada.
  • De acordo com um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.
  • A cada 23 minutos um jovem negro é assassinado. Apenas 6% dos negros têm diploma universitário.
  • A cada hora um gay é vítima de violência física no Brasil, e a cada 26 horas um gay é morto.
  • A maioria das crianças com Síndrome de Down, passa a infância isolada por não ser aceita nas escolas, jovens não conseguem empregos e idosos ficam em instituições.
Fonte:promoview

Adolescente suspeita de matar próprio filho logo após o parto é apreendida em Resende

Por Resende, eu amo, eu cuido

Bebê foi encontrado morto no dia 1º de maio, com marcas de agressão, às margens do Rio Paraíba do Sul. Polícia investiga participação de outras pessoas.

Uma adolescente suspeita de matar o próprio filho logo após o nascimento foi apreendida nesta segunda-feira (6), em Resende, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a menor, de 16 anos, contou aos agentes que fez o parto sozinha no banheiro de casa, cortou o cordão umbilical com uma tesoura e, em seguida, jogou o recém-nascido do alto da varanda do quarto. O bebê morreu por traumatismo craniano, apontou a necrópsia do Instituto Médico Legal. 

Os policiais informaram que, durante o relato, ela não apresentou sinal de descontrole emocional e nem arrependimento. De acordo com a polícia, "não foram observados mínimos indícios de estado puerperal, mas tão somente a vontade livre e consciente de eliminar a vida do nascente para ocultar uma gravidez indesejada". Ainda segundo a versão que a menor apresentou na delegacia, ela pensou que a criança estava morta. 

Testemunhas contaram aos policiais que ela vinha apresentando "comportamento estranho", e estava sumida há três meses. Que, inclusive, deixou de participar de um grupo de dança e das aulas de capoeira. 

O bebê foi encontrado morto no dia 1º de maio, com marcas de agressão, às margens do Rio Paraíba do Sul, no bairro Campos Elíseos. O recém-nascido, que nasceu de nove meses, era um menino e estava ainda com o cordão umbilical. 

O crime foi registrado na delegacia de Resende, onde a menor foi autuada por homicídio doloso qualificado. "Doloso" é quando há a intenção de matar e "qualificado" foi em razão da impossibilidade de reação da vítima. Os pais da adolescente também foram ouvidos e disseram que não sabiam da gravidez, mas os policiais ainda investigam se houve participação de outras pessoas no assassinato. Desde que foi descoberto o caso, a família da menor vem sofrendo ameaças de linchamento por moradores da cidade, disse a polícia.


Fonte: G1 

RJ lança campanha para incentivar empresas a realizar ações para populações vulneráveis

Por Compartilha Rio

O projeto está criando um fundo com o objetivo de bancar projetos, como o acolhimento de moradores de rua e a reforma de abrigos. A ideia é arrecadar R$10 milhões. 

O governo do Rio de Janeiro lançou, nesta segunda-feira (6), a campanha Todos pelo Rio de Janeiro, com o objetivo de apoiar a iniciativa privada e a sociedade civil a realizarem políticas públicas para a população vulnerável do estado. O projeto está criando um fundo, que será gerido por um braço da ONU, para ser utilizado em ações como acolhimento de população de rua e reforma de abrigos. 

“A ideia é arrecadarmos R$10 milhões que serão usados em projetos com os quais as empresas doadoras se identifiquem. Não só com doações, mas também com trabalho voluntário. Todos juntos, sociedade civil, iniciativa privada e governo. Nós podemos melhorar a situação do estado”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Fernanda Bentes. 

O programa visa atrair empresários para investimentos em projetos de ação social, com recuperação de pessoas em situação de rua, usuários de droga e jovens em situação de risco. O programa também incentivará ações voluntárias, como a recuperação de abrigos e escolas. Um exemplo é o trabalho que já vem sendo desenvolvido pala empresa Termium, que reformou a Escola Municipal Roberto Coelho, na Zona Oeste. 

O governador Wilson Witzel (PSC) destacou a importância da parceria com a iniciativa privada, já que o Estado tem um déficit de R$ 8 bilhões, dívidas a pagar e nenhum dinheiro para investir. 

“É fundamental para o futuro resgatar os jovens em situação de risco e ajudar os abrigos de idosos que estão precários. Dificilmente, diante da crise que vivemos e das dívidas que herdamos, teremos dinheiro para investir na área social. Queremos contar com a doação e o serviço voluntário de toda a sociedade “, disse o governador. 

De acordo com o vice-governador Cláudio Castro, a campanha reitera a parceria entre o poder público e os empresários. 

“Essa campanha mostra que é possível essa aproximação com os empresários, que pode formar parceria também na área social, que impacta diretamente na segurança e nos empregos formais. Temos grandes dificuldades financeiras no estado, mas com essas parcerias queremos buscar iniciativas que deem uma nova dignidade principalmente à população de rua e os desabrigados do estado”, disse Castro. 

Fonte: MSN Notícias

Kim Kardashian ganha até R$ 4 milhões por publicação no Instagram

Por Coaching Resende

A informação, sobre os ganhos da socialite, foi apurada durante a batalha judicial da celebridade contra uma marca


Kim Kardashian está processando a empresa Missguided USA, conhecida por replicar looks de celebridades a preços acessíveis, alegando que a sua marca está sendo prejudicada. A socialite está acusando a empresa por usar sua imagem para se promover como marca.

A celebridade apresentou uma ação contra a empresa, documento onde afirma que ganha entre 300 a 500 mil dólares (1,2 a 2 milhões de reais) por cada publicação patrocinada no Instagram.
No entanto, segundo TMZ, a socialite, de 38 anos, afinal ainda ganha mais, uma vez que pode arrecadar até um milhão de dólares, cerca de 4 milhões de reais, por publicação.
Kim até pode ganhar muito com as publicações patrocinadas, mas isso não significa que não seja seletiva. Nos documentos referidos, a celebridade alega ainda que rejeita com frequência ofertas, uma vez que não quer ser associada a empresas que considera serem prejudiciais para a sua própria marca. 
Fonte: Notícias ao Minuto

MP pedirá quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e Queiroz

Por Cristiano Gonçalves


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) vai pedir à Justiça a quebra dos sigilos fiscais e bancários do senador Flávio Bolsonaro e do seu ex-motorista, Fabrício Queiroz. 

A informação é da coluna do jornalista Lauro Jardim de O Globo. Desde fevereiro, as investigações estão sendo lideradas pelo  promotor Luís Otávio Lopes.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), recentemente entrou na Justiça para interromper a investigação do Ministério Público do Rio contra seu ex-assessor, alegando que o órgão acessou seus dados ilegalmente. 

Seu pedido, porém, foi indeferido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Fabrício Queiroz é investigado por uma movimentação considerada atípica em sua conta bancária, segundo identificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, período em que era assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, R$ 1,2 milhão passou pela sua conta.

Fonte: MSN Notícias

Com desemprego crescente, aumentam relatos de golpes com vagas falsas: 'Tentam tirar proveito da angústia alheia'


Rebeca* atendeu ao telefone e ouviu o que mais esperava: "Temos uma vaga com o seu perfil".
A proposta era um cargo de gerente, em que ganharia quase R$ 30 mil.
Tinha cara de emprego dos sonhos, diz ela. "Mas em 10 ou 15 minutos de conversa, no dia seguinte na agência, percebi que era um golpe."
Ela não é a única a contar essa história.
O número de pessoas em busca de vaga no Brasil aumentou 10,2% no primeiro trimestre do ano e soma agora 13,4 milhões de trabalhadores, segundo números divulgados no fim de abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É uma fila que, na medida em que crescia, também via se multiplicarem acusações e indícios de vagas falsas e de outros artifícios lançados para enganar desempregados e tirar dinheiro deles no país. O quadro é apontado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Procon-SP e pelo site de defesa do consumidor Reclame Aqui - e confirmado por analistas.
"Infelizmente, são situações que se repetem, fruto da ação inescrupulosa de pessoas que tentam tirar proveito da angústia alheia, derivada do desemprego ou aspiração de tantos outros que desejam um progresso profissional", diz o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Paulo Sardinha. "As práticas consideradas desonestas", afirma, "são executadas por uma minoria", mas os candidatos devem ter cuidado.

Iscas

Em São Paulo, o promotor de Justiça do Consumidor, Luiz Ambra, diz que o Ministério Público começou a investigar "um grupo de pessoas que estaria usando diferentes nomes no mercado para anunciar vagas nos jornais, atrair interessados com promessas de emprego que não existem e exigir que eles façam pagamentos". "Existem evidências muito fortes dessa prática."
Ambra relatou que uma das vítimas ouvidas na investigação disse ter sido atraída por anúncios de vagas para auxiliar de produção e estoquista.
Ao chegar ao local, teria visto 40 pessoas esperando entrevista. A agência, segundo ele, afirmou ao candidato que as vagas já estavam preenchidas, mas que havia outras duas – com salários entre R$ 800 e R$ 1.490 mais benefícios.
"Ele (a vítima) teria mostrado interesse por esta última. A empresa então teria sinalizado que estava tudo certo, que iria ter um treinamento, mas que ele ia ser contratado e só precisaria arcar com o custo do uniforme."
O valor, R$ 390, seria descontado do primeiro salário, mas o convenceram a antecipar com o cartão de crédito. A estratégia teria sido a mesma usada com outros candidatos.
"Depois de efetuado o pagamento, quando vão assinar o contrato, verificam que não tem nada daquilo que haviam acertado – que a empresa só se compromete a prepará-los para entrevistas. Ela também diz que o uniforme está esgotado."
Essa vítima contou em depoimento que conversou com outros trabalhadores que tinham participado de seleções na agência - e que teriam percebido que as propostas eram falsas.
Duas pessoas já ouvidas teriam conseguido bloquear seus cartões de crédito para evitar os pagamentos. Outras, não.
A investigação, segundo Ambra, foi desencadeada por queixas que os trabalhadores registraram no Procon e em sites de defesa do consumidor.
Segundo o Reclame Aqui, 30% das 4.872 queixas registradas no primeiro trimestre de 2019 contra agências de emprego e recrutamento trazem acusações de cobranças indevidas e vagas falsas. A cifra representa um aumento de 11,3% em relação aos três primeiros meses de 2017, e 2,4% ante igual período de 2018.
"Muita gente acaba deixando de denunciar por vergonha ou falta de informação de como proceder. E infelizmente, talvez ocorram mais casos do que aqueles que são registrados", diz o dirigente da ABRH-Brasil, ressaltando que as denúncias também podem ser feitas de forma anônima à polícia e em outros órgãos.
A Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, do Ministério Público do Trabalho (MPT), apontou a existência de ações em Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Rondônia.
Os casos envolvem empresas que, segundo a Procuradoria, cobravam taxas de candidatos para encaminhá-los a entrevistas ou vagas de emprego ou atuavam, por exemplo, usando promessas de vagas como isca para vender cursos e treinamentos – mas após a assinatura do contrato alegavam aos clientes que a vaga dependeria do desempenho do aluno.

'Colocam um monte de defeitos no seu currículo'

Rebeca, a personagem citada no início desta reportagem, teme que seu episódio atrapalhe outras seleções de que participa – por isso, a BBC News Brasil decidiu não revelar seu nome verdadeiro nem o da empresa.
A paulista de 37 anos atuou como gerente de marketing de uma multinacional até dezembro. Ela conta que foi desligada do cargo após uma mudança no modelo de negócio da companhia, e essa seria a sua sexta entrevista.
A profissional conta que não pesquisou previamente sobre a empresa, mas que ficou "desconfiada" quando recebeu a ligação.
"A mulher disse que era de uma empresa de recolocação, que tinha visto o meu currículo e perguntou se eu poderia comparecer no dia seguinte para ouvir a proposta."
"Como eu já tinha recebido ligações desse tipo, liguei de volta para perguntar se tinham mesmo uma vaga. E ela confirmou que era uma oferta real."
Ao chegar à agência, ela conta que acabou sendo pressionada a pagar R$ 5.000 por serviços que não sabia que seriam oferecidos. O valor seria para a empresa revisar seu currículo, buscar outras vagas para ela no mercado e lhe renderia, de bônus, um serviço de coaching para prepará-la para entrevistas.
"Eles falam que têm uma vaga totalmente compatível com o seu perfil, mas não têm. É só para lhe atrair", diz ela.
"No meio da conversa eles colocam um monte de defeitos no seu currículo, dizem que do jeito que está não conseguem mandar para a empresa, que ele vai ser rejeitado, e aí tentam vender o serviço".
O valor teria de ser pago à vista ou em até seis vezes.
"Se eu fosse contratada, eles pediriam ainda 25% dos meus três primeiros salários".

Pressão

"A pessoa simula uma entrevista, tenta tirar informações de você, como o cargo que você está querendo, quanto você quer ganhar, e aí pega o gancho para fazer a proposta", detalha Rebeca.

"Fazem muita pressão psicológica para você fechar na hora, dizem que a cada dia que você está fora do mercado vai perdendo valor, como um carro que saiu da concessionária e está valendo 20% menos."
Ela já havia sido alertada sobre esse tipo de investida por uma empresa de RH que lhe presta assessoria para recolocação profissional – um serviço incluído no pacote de desligamento que acertou no antigo emprego, por ocupar cargo de executiva.
"Minha consultora também me disse que nenhuma empresa séria, idônea, que está fazendo um processo seletivo, vai cobrar do candidato para fazer recrutamento. Quem paga é a empresa que está contratando, não é o candidato. Eu tive sorte de estar preparada."
Rebeca saiu do escritório sem contratar qualquer serviço. Disse que iria analisar, e respondeu por e-mail que não estava interessada. Só depois ela viu, na internet, postagens de outros candidatos com histórias parecidas.
Em uma das queixas publicadas recentemente no site Reclame Aqui, o internauta diz que recebeu uma ligação da mesma empresa em dezembro, a respeito de uma vaga para ganhar R$ 12 mil. "Mas era mentira, a intenção era apenas me vender pacotes de consultoria em coaching", afirma.

"Brincam com nossos sonhos"

Também neste ano, uma usuária do site se disse "indignada" com uma "falsa promessa de emprego" de outra agência. O foco eram vagas de camareira.
Ela encontrou o anúncio publicado no jornal "propondo início imediato e que davam o treinamento".
Ao ligar em busca de detalhes, a atendente teria lhe dito que a empresa presta serviços para várias redes de hoteis e que o treinamento custaria R$ 300.
"Mas ela garantiu que dentro de um mês eu estaria no mercado, pois os hoteis só contratavam através deles". O caso teria ocorrido em julho de 2018. E o pagamento integral era apontado como pré-requisito para ter o currículo divulgado.
"Eu peguei dinheiro emprestado para fazer".
Cinco meses depois, quando fez o post com a queixa, a candidata afirmava que continuava desempregada, que não havia recebido sequer uma ligação para entrevistas e que ninguém da "turma grande" que fez o treinamento com ela havia sido empregado.
Os candidatos teriam criado um grupo no WhatsApp para acompanhar o caso. "Estou divulgando, pois os anúncios continuam, dessa e de outras que prometem emprego e brincam com nossos sonhos. Por favor, não caiam nessa", diz ela.
"Eu ainda tenho o jornal com o anúncio".
Paulo Sardinha, da ABRH-Brasil, afirma que esse tipo de situação "sugere um golpe".
"A irregularidade consiste em simular a existência de vaga para cobrar por um serviço e induzir o interessado a erro."
"Pedido de pagamento antecipado em troca de vagas de emprego existentes sugere golpe. E cobrança de parcela dos salários é desprovida de ética", diz Paulo Sardinha, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil)

'Cobrança não é permitida'

Em uma das ações ajuizadas pelo MPT em 2018, na Bahia, a juíza substituta da 2ª Vara do Trabalho de Feira de Santana, Maria Fernandes Maciel Prado de Oliveira, ressalta que a atividade de agenciamento de empregos não é regulamentada no Brasil. Não existe lei permitindo a cobrança de valores para que o candidato seja empregado, observa ela. Por enquanto, também não existe contra.
Mas os procuradores do MPT sustentam - e alguns juízes, como ela, têm acatado - que "o procedimento fere princípios e normas constitucionais e internacionais", como a Convenção 181 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que "prevê a impossibilidade de as agências cobrarem dos trabalhadores encargos sobre os seus serviços".
Um projeto de lei de autoria do deputado Nilto Tatto (PT-SP), desarquivado em fevereiro para votações na Câmara dos Deputados, também quer proibir agências de cobrar taxas para cadastro de currículo no banco de dados ou inscrição em processo seletivo.
A agência ré no caso da Bahia é acusada de cobrar R$ 10 para cadastro de currículo e, ainda, a retenção de 30% do primeiro salário do candidato - prática que, no entendimento da juíza, "é vedada" e que "viola a proteção ao salário do trabalhador, o valor social do trabalho, a garantia de livre acesso do empregado ao mercado de trabalho face a livre iniciativa e até a dignidade da pessoa humana".
Decisões favoráveis ao trabalhador nesse tipo de ação podem ir desde obrigar a empresa a parar as cobranças, sob pena de multa, até punições como reparação de danos morais coletivos e prisão, se estiver na esfera criminal.

'Deve-se desconfiar'

Mas e se o telefone do trabalhador toca e alguém diz ter uma vaga com o perfil dele, o que ele faz?
"Deve desconfiar!", dizem os dirigentes da ABRH, entidade filiada à Federação Mundial de Associações de Gestão de Pessoas, que reúne mais de 660 mil profissionais de RH distribuídos em mais de 90 países.
"Isso sugere ser uma prática desonesta ou, pelo menos, pouco profissional. Quando sugerem que a vaga encaixa exatamente com o perfil do candidato, sem ele nem mesmo ter participado de um processo seletivo da empresa ou, por exemplo, baseado em seu perfil do LinkedIn, não faz muito sentido", avalia.
Uma abordagem correta, acrescenta, seria o profissional dizer qual empresa representa, a vaga ou oportunidade que está trabalhando e que gostaria de marcar uma entrevista para avaliar a aderência do candidato a esta vaga.
A empresa também deveria mencionar como chegou até ele, informando de quem recebeu a indicação ou currículo.

A recomendação, segundo a ABRH, é que a pessoa verifique em sites e órgãos de proteção ao consumidor se profissionais e empresas que dizem prestar tais serviços são alvos de reclamações, como as solucionaram e se estão envolvidos em procedimentos de investigação e denúncias.
Empresas abertas recentemente e com pouco ou nenhum histórico de prestação de serviços devem ser avaliadas cuidadosamente, diz ainda. "Cuidado também com consultorias que se dizem vinculadas a instituições, com a nítida intenção de tentar aparentar credibilidade".
"A regra geral", diz o presidente da Associação, "é que pedido de pagamento antecipado em troca de vagas de emprego existentes sugere golpe. E cobrança de parcela dos salários é desprovida de ética".
Os dirigentes da ABRH acrescentam que a prestação de serviços que visam orientar pessoas na melhoria de currículos, comunicação pessoal, preparação apropriada para entrevistas e outras do tipo não é proibida no Brasil e pode ser remunerada.
"O que não pode é associar essa prestação de serviço à oferta de vaga de emprego", dizem eles, confirmando que "via de regra, as consultorias são remuneradas pela empresa que possui as vagas, não cabendo nenhuma forma de cobrança aos candidatos".

'Promessas mirabolantes'

O diretor-executivo do Procon-SP, Fernando Capez, complementa que "promessas mirabolantes" - como salários muito acima da média - são sinais de alerta e que é preciso cuidado redobrado com empresas que garantem vaga".
"Com o desemprego alto, aumenta o desespero das pessoas e é mais fácil cair nesse tipo de golpe", diz ele.
Diante de eventuais reclamações dos candidatos, o Procon pede explicações à empresa e investiga o caso. "Se houver mentira envolvida, além de ser caso de Procon é caso de polícia porque se trata de estelionato", observa Capez.
O diretor ressalta que "o consumidor deve estar atento tanto ao anúncio de emprego quanto a um eventual contrato, se concordar em assiná-lo". É possível levá-lo ao Procon antes para checar se há irregularidades.
"As partes podem assinar contratos, desde que seja às claras. O que não pode haver é mentira".
Apesar de não ter feito uma denúncia formal, Rebeca tem alertado outros profissionais pelo WhatsApp.
"Quantas pessoas não caem nessa armadilha?", pergunta.
Fonte: MSN Dinheiro

ONU e parceiros abrem inscrições para prêmio sobre igualdade de gênero nas empresas.



Estão abertas as inscrições para o Prêmio WEPs Brasil – Empresas Empoderando Mulheres, iniciativa que busca incentivar e reconhecer os esforços das empresas que promovem a cultura da equidade de gênero e o empoderamento da mulher no Brasil. Inscrições até 31 de maio.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio WEPs Brasil – Empresas Empoderando Mulheres, iniciativa que busca incentivar e reconhecer os esforços das empresas que promovem a cultura da equidade de gênero e o empoderamento da mulher no Brasil.
A edição 2019 tem como realizador o Programa Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios – uma parceria entre ONU Mulheres, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a União Europeia, com financiamento da União Europeia, e tem como objetivo promover o empoderamento econômico e a liderança das mulheres como um dos pilares para um crescimento sustentável, inclusivo e equitativo. A Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas também é parceira.
Podem se inscrever empresas privadas e públicas, subsidiárias de multinacionais e/ou suas filiais no Brasil que, em termos de porte, se enquadrem como Micro&Pequena Empresa (MPE), Média ou Grande Empresa, conforme os critérios descritos.
A inscrição é gratuita e será realizada exclusivamente pelo site, na opção “Inscrições”. Para participar, a empresa deve criar um login e senha de acesso ao Instrumento de Autoavaliação (questionário), o qual estará disponível para preenchimento até 31 de maio de 2019.
Todos os detalhes em premiowepsbrasil.com.br.
Fonte:ONU

GOVERNADOR WITZEL MENTIU PARA ELEITORES?

Por Compartilha Rio
Witzel contraria promessa de campanha e se interna em hospital particular para exames

Ex-juiz anunciou que, caso fosse eleito, só frequentaria hospitais públicos. Assessoria informou que o Hospital Samaritano era a unidade de saúde mais próxima.

O governador do Estado do Rio de Janeiro, que passou mal na tarde de última quinta-feira (2), fez exames no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ao dar entrada em uma unidade particular, Wilson Witzel contrariou uma promessa de campanha: ele anunciou que, caso fosse eleito, só frequentaria hospitais públicos. 

O ex-juiz federal afirmou ainda que cancelaria os planos de saúde para frequentar somente a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Depois da eleição, ele disse que manteria o plano para garantir o atendimento em caso de viagem. 

Os exames feitos pelo governador indicaram resultados dentro da normalidade, mas os médicos pediram que ele passasse por mais avaliações. 

A nota divulgada pela assessoria do governador Wilson Witzel informou que ele foi para uma unidade de saúde privada porque o Hospital Samaritano fica perto do Palácio Laranjeiras. 

Não muito longe dali, porém, fica o Hospital Municipal Rocha Maia, em Botafogo. 

Fonte: G1

Você sabe o que vai rolar neste Final de Semana em Resende?


Por: Marcus Vinicius


Você está preparado para a Festa que vai acontecer nesse final de semana?

A Festa da Semana da Valorização Região da Grande Alegria, se inicia hojecom hora previsto das 18h, e vai até no Domingo, com muitas atrações e realizações de diversos assuntos para os munícipes da região. Haverá programação para todas as pessoas, também haverá uma campanha para Castração, onde a PREFEITURA RESENDE irá distribuir senhas para realizar as castrações de gatos e cães, será no Domingo a partir das 9h da manhã.

Falando em Evento, terá a corrida do Federal Rosa, uma iniciativa da Polícia Federal e Federal Kids, que aconteceu em Janeiro do decorrente ano, que foi um sucesso estourou o público alvo, em parceria da Prefeitura de Resende, iniciou essa campanha contra o feminicídio, o evento acontece Domingo às 8h, Em frente ao Centro Comercial da Cidade Alegria (Rodão), Alegria, Resende.

Fonte: Prefeitura de Resende